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	<description>Temas católicos, Liturgia diária, Salmos, Santos do dia, Mandamentos...</description>
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		<title>06/02 &#8211; São Paulo Miki e companheiros Mártires</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 03:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Altino de Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Santos do dia]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo Miki e companheiros Mártires (mártires) São Paulo Miki que celebramos hoje, juntamente com os companheiros máritires, nasceu em Kioto (Japão) no século XVI, era de nobre família que lhe proporcionou o batismo quando pequeno. Depois de catequista São Paulo Miki caminhou para o Sacerdócio dentro da Companhia de Jesus com o carismas bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #003980;"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-1758" title="sao-paulo-miki-e-companheiros-martires" src="http://www.pedroaltino.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/sao-paulo-miki-e-companheiros-martires.bmp" alt="sao-paulo-miki-e-companheiros-martires" />São Paulo Miki e companheiros Mártires</strong></span></p>
<div>(mártires)</div>
<p>São Paulo Miki que celebramos hoje, juntamente com os companheiros máritires, nasceu em Kioto (Japão) no século XVI, era de nobre família que lhe proporcionou o batismo quando pequeno. Depois de catequista São Paulo Miki caminhou para o Sacerdócio dentro da Companhia de Jesus com o carismas bem definido missionário do Reino de Deus, a semelhança do Cristo Sacerdote e missionário São Paulo Miki conhecia profundamente a língua, cultura e costumes budistas de forma que pôde na ousadia do Espírito Santo anunciar e salvar almas com Jesus nos diversos ambientes, já que era um grande pregador e pastor.<br />
Aconteceu que ferozmente começou a perseguição dos cristãos no Japão, por isso Paulo foi preso em Osaka e levado com companheiros para sofrerem em Nagasaki humilhações até o martírio; tendo dentre eles os meninos : Luís(11 anos), Antônio(13 anos) e Tomás (14anos).</p>
<p>Depois da presença de São Francisco Xavier, rapidamente o Japão chegou a 300.000 fiéis, e agora era a hora dos 26 santos de hoje regarem com o sangue as tantas sementes lançadas a trinta anos atrás. Sendo assim São Paulo Miki preso com os irmãos, posicionou-se como missionário japonês e declarou: &#8220;Não há outro outro Caminho de salvação fora daquele que os cristãos seguem&#8221;.</p>
<p>São Paulo Miki com seus companheiros corajosos e com ar de alegria aceitaram o supremo testemunho do sangue em 1595, pois todos morreram crucificados em 1595.</p>
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		<title>Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 14:01:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Altino de Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2149" title="sagrado coracao de jesus 3" src="http://www.pedroaltino.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/sagrado-coracao-de-jesus-3.jpg" alt="sagrado coracao de jesus 3" width="180" height="250" /><img class="alignnone size-full wp-image-2150" title="Imaculado Coração de Maria 3" src="http://www.pedroaltino.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/06/Imaculado-Coração-de-Maria-3.bmp" alt="Imaculado Coração de Maria 3" /></p>
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		<title>Liturgia diária &#8211; 06/02/2012</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 11:55:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Altino de Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liturgia diária Ano B]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 6 de Fevereiro &#8211; Segunda-feira SÃO PAULO MIKI E SEUS COMPANHEIROS Mártir (Vermelho, Pref. comum ou dos mártires – Ofício da Memória) Antífona da entrada: Alegram-se nos céus os santos que na terra seguiram a Cristo. Por seu amor derramaram o próprio sangue; exultarão com ele eternamente. Oração do dia Ó Deus, força dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Dia 6 de Fevereiro &#8211; Segunda-feira</h4>
<h4>SÃO PAULO MIKI E SEUS COMPANHEIROS Mártir (Vermelho, Pref. comum ou dos mártires – Ofício da Memória)</h4>
<div>Antífona da entrada: Alegram-se nos céus os santos que na terra seguiram a Cristo. Por seu amor derramaram o próprio sangue; exultarão com ele eternamente.</div>
<h5>Oração do dia</h5>
<div>Ó Deus, força dos santos, que em Nagasaki chamastes à verdadeira vida são Paulo Miki e seus companheiros pelo martírio da cruz, concedei-nos, por sua intercessão, perseverar até a morte na fé que professamos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.</div>
<h5>Leitura (1 Reis 8,1-7.9-13)</h5>
<div>Leitura do primeiro livro dos Reis. <sup>8</sup> <sup>1</sup> Então convocou Salomão junto de si em Jerusalém os anciãos de Israel e todos os chefes das tribos e os chefes das famílias israelitas, para irem buscar na cidade de Davi, em Sião, a arca da aliança do Senhor. <sup>2</sup> Todos os israelitas se reuniram junto do rei Salomão no mês de Etanim, que é o sétimo, durante a festa. <sup>3</sup> Vieram todos os anciãos de Israel e os sacerdotes tomaram a arca do Senhor. <sup>4</sup> Levaram-na, assim como a Tenda de Reunião e todos os utensílios sagrados que havia no tabernáculo: foram os sacerdotes e os levitas que os levaram. <sup>5</sup> O rei Salomão e toda a assembléia de Israel reunida junto dele conservavam-se diante da arca. Sacrificavam tão grande quantidade de ovelhas e bois que não se podia contar. <sup>6</sup> Os sacerdotes levaram a arca da aliança do Senhor para seu lugar, no santuário do templo, no Santo dos Santos, debaixo das asas dos querubins. <sup>7</sup> Pois os querubins estendiam as suas asas sobre o lugar da arca, e cobriam por cima a arca e os seus varais. <sup>9</sup> Na arca só havia as duas tábuas de pedra que Moisés ali depusera no monte Horeb, quando o Senhor fez aliança com os israelitas, depois que saíram da terra do Egito. <sup>1</sup><sup>0</sup> Quando os sacerdotes saíram do lugar santo, a nuvem encheu o templo do Senhor, <sup>1</sup><sup>1</sup> de modo tal que os sacerdotes não puderam ali ficar para exercer as funções de seu ministério; porque a glória do Senhor enchia o templo do Senhor. <sup>1</sup><sup>2</sup> Então disse Salomão: &#8220;O Senhor declarou que habitaria na obscuridade. <sup>1</sup><sup>3</sup> Por isso, edifiquei uma casa para vossa residência, um lugar onde habitareis para sempre&#8221;. Palavra do Senhor.</div>
<h5>Salmo responsorial 131/132</h5>
<div><strong><em>Subi, Senhor, para o lugar de vosso pouso!</em></strong><br />
Nós soubemos que a arca estava em Éfrata e nos campos de Laar a encontramos: entremos no lugar em que ele habita, ante o escabelo de seus pés o adoremos!<br />
Subi, Senhor, para o lugar de vosso pouso, subi vós, com vossa arca poderosa! Que se vistam de alegria os vossos santos, e os vossos sacerdotes, de justiça! Por causa de Davi, o vosso servo, não afasteis do vosso ungido a vossa face!</div>
<h5>Evangelho (Marcos 6,53-56)</h5>
<div><em>Aleluia, aleluia, aleluia. Jesus pregava a boa-nova, o reino anunciando, e curava toda espécie de doenças entre o povo (Mt <sup>4</sup>,<sup>2</sup><sup>3</sup>).</em><br />
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos. <sup>6</sup> <sup>5</sup><sup>3</sup> Jesus e seus discípulos navegaram para o outro lado e chegaram à região de Genesaré, onde aportaram. <sup>5</sup><sup>4</sup> Assim que saíram da barca, o povo o reconheceu. <sup>5</sup><sup>5</sup> Percorrendo toda aquela região, começaram a levar, em leitos, os que padeciam de algum mal, para o lugar onde ouviam dizer que ele se encontrava. <sup>5</sup><sup>6</sup> Onde quer que ele entrasse, fosse nas aldeias ou nos povoados, ou nas cidades, punham os enfermos nas ruas e pediam-lhe que os deixassem tocar ao menos na orla de suas vestes. E todos os que tocavam em Jesus ficavam sãos. Palavra da Salvação.</div>
<h5>Comentário ao Evangelho</h5>
<div>
<p><strong>O CONTATO SALVADOR</strong></p>
<p>A presença de Jesus causava alvoroço por onde ele passava. De toda parte, aparecia gente transportando doentes em macas, para depositá-los nas praças públicas, junto do Mestre, na esperança de poder fazê-los tocar no manto dele, a fim de serem curados. Este gesto de tocar estava carregado de simbolismo. O contato físico estabelecia uma ligação direta com a fonte do poder curador, possibilitando ao doente recuperar a saúde. Simbolizava a comunhão entre Jesus e aquele que desejava ser curado. Portanto, podia ser tomado como expressão da fé e da confiança no Mestre. Era uma forma de bater às portas de um mundo misterioso onde a vida era restaurada. Era, também, uma maneira de o humano aproximar-se do sagrado e estabelecer com ele um relacionamento de intimidade. De sua parte, Jesus não proibia as pessoas de tocá-lo, nem se sentia incomodado com isto. Por quê? Ele sabia que tinha sido enviado para os pobres, destinatários privilegiados de sua ação. Os que buscavam tocá-lo eram pobres. Daí não ter por que irritar-se com eles. Por outro lado, se estes, ao tocá-lo, ficavam curados, tanto melhor. Isto era um sinal claro da presença do Reino na história humana, restaurando a vida. Portanto, os doentes estavam no caminho certo, quando tentavam tocar em Jesus.<br />
<strong>Oração </strong>Espírito de busca, coloca-me sempre no caminho de Jesus, a quem devo sempre recorrer em busca de salvação.<br />
<em>(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)</em></p>
</div>
<h5>Sobre as oferendas</h5>
<div>Recebei, Pai santo, as nossas oferendas na comemoração dos vossos santos mártires e dai-nos a graça de não vacilar ao proclamarmos nossa fé. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<div>Antífona da comunhão: Fostes vós que permanecestes comigo nas minhas tribulações. E eu disponho do reino para vós, diz o Senhor. No meu reino comereis e bebereis à minha mesa (Lc 22,28ss).</div>
<h5>Depois da comunhão</h5>
<div>Ó Deus, que, de modo admirável, manifestastes em vossos mártires o mistério da cruz, concedei que, fortalecidos por este sacrifício, possamos seguir fielmente a Cristo e participar na Igreja da obra de salvação. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<h5>Santo do Dia / Comemoração (SÃO PAULO MIKI E SEUS COMPANHEIROS)</h5>
<div>Foi através do trabalho evangelizador de São Francisco Xavier, que o Japão tomou conhecimento do cristianismo, entre 1549 e 1551. A semente frutificou e, apenas algumas décadas depois, já havia pelo menos trezentos mil cristãos no Império do sol nascente. Mas se a catequese obteve êxito não foi somente pelo árduo, sério e respeitoso trabalho dos jesuítas em solo japonês. Foi também graças à coragem dos catequistas locais, como Paulo Miki e seus jovens companheiros.<br />
Miki nasceu em 1564, era filho de pais ricos e foi educado no colégio jesuíta em Anziquiama, no Japão. A convivência do colégio logo despertou em Paulo o desejo de se juntar à Companhia de Jesus e assim o fez, tornando-se um eloqüente pregador. Ele porém, não pôde ser ordenado sacerdote no tempo correto porque não havia um bispo na região de Fusai. Mas isso não impediu que Paulo Miki continuasse sua pregação. Posteriormente tornou-se o primeiro sacerdote jesuíta em sua pátria, conquistando inúmeras conversões com humildade e paciência.<br />
Paciência, essa que não era virtude do imperador Toyotomi Hideyoshi. Ele era simpatizante do catolicismo mas, de uma hora para outra, se tornou seu feroz opositor. Por causa da conquista da Coréia, o Japão rompeu com a Espanha em particular e com o Ocidente em geral, motivando uma perseguição contra todos os cristãos. Inclusive alguns missionários franciscanos espanhóis que tinham chegado ao Japão através das Filipinas e sido bem recebidos pelo Imperador.<br />
Os católicos foram expulsos do país, mas muitos resistiram e ficaram. Só que a repressão não demorou. Primeiro foram presos seis franciscanos, logo depois Paulo Miki com outros dois jesuítas e dezessete leigos terciários.<br />
Os vinte e seis cristãos sofreram terríveis humilhações e torturas públicas. Levados em cortejo de Meaco a Nagasaki foram alvo de violência e zombaria pelas ruas e estradas, enquanto seguiam para o local onde seria executada a pena de morte por crucificação. Alguns dos companheiros de Paulo Miki eram muito jovens, adolescentes ainda, mas enfrentaram a pena de morte com a mesma coragem do líder. Tomás Cozaki tinha, por exemplo, catorze anos; Antônio, treze anos e Luis Ibaraki tinha só onze anos de idade.<br />
A elevação sobre a qual os vinte e seis heróis de Jesus Cristo receberam o martírio pela crucificação em fevereiro de 1597 ficou conhecida como Monte dos Mártires. Paulo Miki e seus companheiros foram canonizados pelo Papa Pio IX, em 1862.<br />
Os crentes se dispersaram para escapar dos massacres e um bom número deles se estabeleceu ao longo do rio Urakami, nas proximidades de Nagasaki. Lá eles continuaram a viver sua fé, apesar da ausência de padres. A partir do momento em que o Japão se abriu novamente aos europeus, os missionários voltaram e as igrejas voltaram a ser construídas, inclusive em Nagasaki, a poucos quilômetros da comunidade cristã clandestina. Ela havia perdido todo contato com a Igreja Católica, mas guardava preciosamente três critérios de reconhecimento recebidos dos ancestrais: &#8220;Quando a Igreja voltar ao Japão, vocês a reconhecerão por três sinais: os padres não são casados, haverá uma imagem de Maria e esta Igreja obedecerá ao papa-sama, isto é, ao Bispo de Roma&#8221;. E foi assim que aconteceu dois séculos e meio depois, quando os cristãos do Império do sol nascente puderam se reencontrar com sua Santa Mãe, a Igreja.</div>
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		<title>Liturgia diária &#8211; 07/02/2012</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 11:54:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Altino de Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liturgia diária Ano B]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 7 de Fevereiro &#8211; Terça-feira V SEMANA DO TEMPO COMUM (Verde – Ofício do Dia) Antífona da entrada: Entrai, inclinai-vos e protrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois ele é o nosso Deus (Sl 94,6s). Oração do dia Velai, ó Deus, sobre a vossa família, com incansável amor; e, como só confiamos na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Dia 7 de Fevereiro &#8211; Terça-feira</h4>
<h4>V SEMANA DO TEMPO COMUM (Verde – Ofício do Dia)</h4>
<div>Antífona da entrada: Entrai, inclinai-vos e protrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois ele é o nosso Deus (Sl 94,6s).</div>
<h5>Oração do dia</h5>
<div>Velai, ó Deus, sobre a vossa família, com incansável amor; e, como só confiamos na vossa graça, guardai-nos sob a vossa proteção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.</div>
<h5>Leitura (1 Reis 8,22-23.27-30)</h5>
<div>Leitura do primeiro livro dos Reis. <sup>8</sup> <sup>2</sup><sup>2</sup> Em seguida, pôs-se Salomão diante do altar do Senhor, em presença de toda a assembléia de Israel, estendeu as mãos para o céu e disse: <sup>2</sup><sup>3</sup> &#8220;Senhor, Deus de Israel, não há Deus semelhante a vós, nem no mais alto dos céus, nem aqui embaixo, na terra; vós sois fiel à vossa misericordiosa aliança com os vossos servos, que caminham diante de vós de todo o seu coração. <sup>2</sup><sup>7</sup> Mas, será verdade que Deus habite sobre a terra? Se o céu e os céus dos céus não vos podem conter quanto menos esta casa que edifiquei! <sup>2</sup><sup>8</sup> Entretanto, Senhor Deus meu, atendei à oração e às súplicas de vosso servo; ouvi o clamor e a prece que hoje vos dirijo. <sup>2</sup><sup>9</sup> Que vossos olhos estejam dia e noite abertos sobre este templo, sobre este lugar, do qual dissestes: ´O meu nome residirá ali´. Ouvi a oração que vosso servo vos faz neste lugar. <sup>3</sup><sup>0</sup> Ouvi a súplica de vosso servo e de vosso povo de Israel, quando orarem neste lugar. Ouvi-os do alto de vossa morada no céu, ouvi-os e perdoai!&#8221; Palavra do Senhor.</div>
<h5>Salmo responsorial 83/84</h5>
<div><strong><em>Quão amável, ó Senhor, é vossa casa!</em></strong><br />
Minha alma desfalece de saudades e anseia pelos átrios do Senhor! Meu coração e minha carne rejubilam e exultam de alegria no Deus vivo!<br />
Mesmo o pardal encontra abrigo em vossa casa, e a andorinha ali prepara o seu ninho para nele seus filhotes colocar: vossos altares, ó Senhor Deus do universo! Vossos altares, ó meu rei e meu Senhor!<br />
Felizes os que habitam vossa casa; para sempre haverão de vos louvar! Olhai, ó Deus, que sois a nossa proteção, vede a face do eleito, vosso ungido!</div>
<h5>Evangelho (Marcos 7,1-13)</h5>
<div><em>Aleluia, aleluia, aleluia. Inclinai meu coração às vossas advertências e dai-me a vossa lei como um presente valioso! (Sl <sup>1</sup><sup>1</sup><sup>8</sup>,<sup>3</sup><sup>6</sup>.<sup>2</sup><sup>9</sup>). </em> Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos. <sup>7</sup> <sup>1</sup> Os fariseus e alguns dos escribas vindos de Jerusalém tinham sereunido em torno dele. <sup>2</sup> E perceberam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras, isto é, sem as lavar. <sup>3</sup> Com efeito, os fariseus e todos os judeus, apegando-se à tradição dos antigos, não comem sem lavar cuidadosamente as mãos; <sup>4</sup> e, quando voltam do mercado, não comem sem ter feito abluções. E há muitos outros costumes que observam por tradição, como lavar os copos, os jarros e os pratos de metal. <sup>5</sup> Os fariseus e os escribas perguntaram-lhe: &#8220;Por que não andam os teus discípulos conforme a tradição dos antigos, mas comem o pão com as mãos impuras?&#8221; <sup>6</sup> Jesus disse-lhes: &#8220;Isaías com muita razão profetizou de vós, hipócritas, quando escreveu: ´Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. <sup>7</sup> Em vão, pois, me cultuam, porque ensinam doutrinas e preceitos humanos. <sup>8</sup> Deixando o mandamento de Deus, vos apegais à tradição dos homens´&#8221;. <sup>9</sup> E Jesus acrescentou: &#8220;Na realidade, invalidais o mandamento de Deus para estabelecer a vossa tradição. <sup>1</sup><sup>0</sup> Pois Moisés disse: ´Honra teu pai e tua mãe; e: Todo aquele que amaldiçoar pai ou mãe seja morto´. <sup>1</sup><sup>1</sup> Vós, porém, dizeis: ´Se alguém disser ao pai ou à mãe: Qualquer coisa que de minha parte te pudesse ser útil é corban, isto é, oferta´, <sup>1</sup><sup>2</sup> e já não lhe deixais fazer coisa alguma a favor de seu pai ou de sua mãe, <sup>1</sup><sup>3</sup> anulando a palavra de Deus por vossa tradição que vós vos transmitistes. E fazeis ainda muitas coisas semelhantes´&#8221;. Palavra da Salvação.</div>
<h5>Comentário ao Evangelho</h5>
<div>
<p><strong>UMA FALSA PIEDADE</strong></p>
<p>Certas atitudes dos escribas e fariseus deixavam Jesus irritado. O modo como praticavam a religião parecia-lhe inconveniente. Para umas coisas, eram muito severos; para outras, faziam o que lhes era mais cômodo. Assim, eram rigorosos quando se tratava da pureza exterior, a ponto de não se sentarem à mesa, sem terem lavado, cuidadosamente, as mãos. Quando, porém, se tratava de cuidar de seus pais, não tinham um mínimo de piedade filial. Assim, não tinham escrúpulos de distorcer a Lei de Moisés só para não ter que ajudar os pais carentes. Tal atitude impiedosa invalidava a preocupação com a pureza ritual e tudo o mais que faziam com a intenção de agradar a Deus. Jesus não suportava um tipo de religião em que o indivíduo se esforça para mostrar-se piedoso diante de Deus, sem gestos de misericórdia em relação ao próximo. E o que dizer, quando este próximo era o pai ou a mãe? A Lei era severa quanto ao respeito devido aos pais. O mandamento &#8211; &#8220;Honrarás pai e mãe&#8221; &#8211; era acompanhado de uma série de exigências bem concretas. Assim, quando os escribas e fariseus consagravam a Deus o que era devido a seus pais, estavam se opondo à vontade divina. E nem tinham moral para criticar os discípulos que comiam com as mãos impuras.<br />
<strong>Oração</strong> Espírito de autenticidade, livra-me da atitude falsa de querer agradar a Deus, sem ser misericordioso para com o meu semelhante.<br />
<em>(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)</em></p>
</div>
<h5>Sobre as oferendas</h5>
<div>Senhor nosso Deus, que criastes o pão e o vinho para alimento da nossa fraqueza, concedei que se tornem para nós sacramento da vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<div>Antífona da comunhão: Demos graças ao Senhor pó sua bondade, por suas maravilhas em favor dos homens; deu de beber aos que tinham sede, alimentou os que tinham fome (Sl 106,8s).</div>
<h5>Depois da comunhão</h5>
<div>Ó Deus, vós quisestes que participássemos do mesmo pão e do mesmo cálice; fazei-nos viver de tal modo unidos em Cristo, que tenhamos a alegria de produzir muitos frutos para a salvação do mundo. Por Cristo, nosso Senhor</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Liturgia diária &#8211; 08/02/2012</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 11:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Altino de Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liturgia diária Ano B]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 8 de Fevereiro &#8211; Quarta-feira V SEMANA DO TEMPO COMUM* (Verde – Ofício do Dia) Antífona da entrada: Entrai, inclinai-vos e protrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois ele é o nosso Deus (Sl 94,6s). Oração do dia Velai, ó Deus, sobre a vossa família, com incansável amor; e, como só confiamos na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Dia 8 de Fevereiro &#8211; Quarta-feira</h4>
<h4>V SEMANA DO TEMPO COMUM<strong>*</strong> (Verde – Ofício do Dia)</h4>
<div>Antífona da entrada: Entrai, inclinai-vos e protrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois ele é o nosso Deus (Sl 94,6s).</div>
<h5>Oração do dia</h5>
<div>Velai, ó Deus, sobre a vossa família, com incansável amor; e, como só confiamos na vossa graça, guardai-nos sob a vossa proteção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.</div>
<h5>Leitura (1 Reis 10,1-10)</h5>
<div>Leitura do primeiro livro dos Reis. <sup>1</sup><sup>0</sup> <sup>1</sup> A rainha de Sabá, tendo ouvido falar de Salomão e da glória do Senhor, veio prová-lo com enigmas. <sup>2</sup> Chegou a Jerusalém com uma numerosa comitiva, com camelos carregados de aromas, e uma grande quantidade de ouro e pedras preciosas. Apresentou-se diante do rei Salomão e disse-lhe tudo o que tinha no espírito. <sup>3</sup> A tudo respondeu o rei. Nenhuma de suas perguntas lhe pareceu obscura, e deu solução a todas. <sup>4</sup> Quando a rainha de Sabá viu toda a sabedoria de Salomão, a casa que ele tinha feito, <sup>5</sup> os manjares de sua mesa, os apartamentos de seus servos, as habitações e uniformes de seus oficiais, os copeiros do rei e os holocaustos que ele oferecia no templo do Senhor, ficou estupefata, <sup>6</sup> e disse ao rei: &#8220;É bem verdade o que ouvi a teu respeito e de tua sabedoria, na minha terra. <sup>7</sup> Eu não quis acreditar no que me diziam, antes de vir aqui e ver com os meus próprios olhos. Mas eis que não contavam nem a metade: tua sabedoria e tua opulência são muito maiores do que a fama que havia chegado até mim. <sup>8</sup> Felizes os teus homens, felizes os teus servos que estão sempre contigo e ouvem a tua sabedoria! <sup>9</sup> Bendito seja o Senhor, teu Deus, a quem aprouve colocar-te sobre o trono de Israel. Porque o Senhor amou Israel para sempre, por isso constituiu-te rei para governares com justiça e eqüidade&#8221;. <sup>1</sup><sup>0</sup> Presenteou o rei com cento e vinte talentos de ouro e grande quantidade de perfumes e pedras preciosas. Não apareceu jamais uma quantidade de aromas tão grande como a que a rainha de Sabá deu ao rei Salomão. Palavra do Senhor.</div>
<h5>Salmo responsorial 36/37</h5>
<div><strong><em>O justo tem nos lábios o que é sábio. </em></strong> Deixa aos cuidados do Senhor o teu destino; confia nele, e com certeza ele agirá. Fará brilhar tua inocência como a luz e o teu direito como o sol do meio-dia.<br />
O justo tem nos lábios o que é sábio, sua língua tem palavras de justiça; traz a aliança do seu Deus no coração, e seus passos não vacilam no caminho.<br />
A salvação dos piedosos vem de Deus; ele os protege nos momentos de aflição. O Senhor lhes dá ajuda e os liberta, defende-os e protege-os contra os ímpios, e os guarda por nele confiaram.</div>
<h5>Evangelho (Marcos 7,14-23)</h5>
<div><em>Aleluia, aleluia, aleluia. Vossa palavra é a verdade, santificai-nos na verdade! (Jô <sup>1</sup><sup>7</sup>,<sup>1</sup><sup>7</sup>). </em> Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos. <sup>7</sup> <sup>1</sup><sup>4</sup> Tendo Jesus chamado de novo a turba, dizia-lhes: &#8220;Ouvi-me todos, e entendei. <sup>1</sup><sup>5</sup> Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa manchar; mas o que sai do homem, isso é que mancha o homem. <sup>1</sup><sup>6</sup> Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.&#8221; <sup>1</sup><sup>7</sup> Quando deixou o povo e entrou em casa, os seus discípulos perguntaram-lhe acerca da parábola. <sup>1</sup><sup>8</sup> Respondeu-lhes: &#8220;Sois também vós assim ignorantes? Não compreendeis que tudo o que de fora entra no homem não o pode tornar impuro, <sup>1</sup><sup>9</sup> porque não lhe entra no coração, mas vai ao ventre e dali segue sua lei natural?&#8221; Assim ele declarava puros todos os alimentos. E acrescentava: <sup>2</sup><sup>0</sup> &#8220;Ora, o que sai do homem, isso é que mancha o homem. <sup>2</sup><sup>1</sup> Porque é do interior do coração dos homens que procedem os maus pensamentos: devassidões, roubos, assassinatos, <sup>2</sup><sup>2</sup> adultérios, cobiças, perversidades, fraudes, desonestidade, inveja, difamação, orgulho e insensatez. <sup>2</sup><sup>3</sup> Todos estes vícios procedem de dentro e tornam impuro o homem&#8221;. Palavra da Salvação.</div>
<h5>Comentário ao Evangelho</h5>
<div>
<p><strong>DE ONDE VEM A IMPUREZA?</strong></p>
<p>Jesus buscou recuperar a interioridade e a profundidade da prática da fé, contrapondo-se à exterioridade e superficialidade dos escribas e fariseus. Exortava seus discípulos a perceberem que a verdadeira contaminação do ser humano não provém do seu exterior, e sim, do coração. Assim, quem pretende apresentar-se puro diante de Deus, deve, antes, purificar o seu íntimo de onde provém todo o mal. Esta purificação não consiste num gesto exterior, como seria um banho ou uma lavagem de mãos. Ela acontece quando a pessoa, sintonizada com Deus, elimina tudo o que pode perturbar sua relação com o próximo. Quem é puro, pensa bem de seu semelhante; respeita-lhe a vida, o corpo e a propriedade; é misericordioso no trato com ele; não age com dolo ou malícia. Estes são sinais inequívocos de pureza interior. Se isto não acontece, por mais que o indivíduo se lave com água, estará cheio de impurezas e despreparado para realizar um culto agradável a Deus. As coisas materiais são indiferentes; não têm um poder mágico de contaminação. Portanto, os discípulos não devem dar atenção às insinuações dos fariseus. Não vale a pena buscar a pureza pelo caminho indicado por eles.<br />
<strong>Oração</strong> Espírito de pureza, limpa-me no mais íntimo do meu ser, no meu coração, de modo que eu possa mostrar-me puro no trato com meu semelhante.<br />
<em>(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês) </em></p>
</div>
<h5>Sobre as oferendas</h5>
<div>Senhor nosso Deus, que criastes o pão e o vinho para alimento da nossa fraqueza, concedei que se tornem para nós sacramento da vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<div>Antífona da comunhão: Demos graças ao Senhor pó sua bondade, por suas maravilhas em favor dos homens; deu de beber aos que tinham sede, alimentou os que tinham fome (Sl 106,8s).</div>
<h5>Depois da comunhão</h5>
<div>Ó Deus, vós quisestes que participássemos do mesmo pão e do mesmo cálice; fazei-nos viver de tal modo unidos em Cristo, que tenhamos a alegria de produzir muitos frutos para a salvação do mundo. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<hr size="1" />
<h4>MEMÓRIAS FACULTATIVAS</h4>
<h4>SÃO JERÔNIMO EMILIANI (Branco – Ofício da Memória)</h4>
<div>Oração do dia: Ó Deus e Pai de misericórdia, que destes em são Jerônimo Emiliani um pai e protetor para os órfãos, fazei que ele interceda por nós, para conservarmos fielmente o espírito de adoração pelo qual nos chamamos filhos e na verdade o somos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.</div>
<div>Sobre as oferendas: Recebei, ó Deus, as oferendas desta santa assembléia na comemoração dos vossos santos e concedei que, pela participação na eucaristia, sejamos um sinal da vossa caridade. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<div>Depois da comunhão: Deus todo-poderoso, esta santa ceia nos sustente para que, a exemplo dos vossos santos, tenhamos no coração e demonstremos em obras o amor pelo próximo e a luz da verdade. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<div>Santo do Dia / Comemoração (SÃO JERÔNIMO EMILIANI):</div>
<div>Jerônimo Emiliani, de nobre família, nasceu em Veneza, Itália, em 1486. Sua juventude foi bastante tumultuada, com comportamentos mundanos e desregrados. Desde os quinze anos serviu como soldado e durante muito tempo foi mantido como prisioneiro pelo exército imperial de Treviso. Neste período, ele foi envolvido numa forte experiência de conversão. Atormentado pela memória de seus pecados, reconheceu em Cristo Crucificado o amor misericordioso do Pai.  Quando saiu em liberdade, se desfez de toda a fortuna e se consagrou a uma missão muito especial, baseada na revelação da paternidade divina: compartilhar e viver em comunidade com os órfãos, os pobres e os doentes. Assim, em 1531 fundou um instituto de religiosos na cidade de Somasca, Itália. Logo foram chamados de &#8220;padres Somascos&#8221;. Jerônimo Emiliani permaneceu leigo e dedicou sua existência a Deus e à caridade. Seus trabalhos solidários se estendiam aos doentes e miseráveis como também as crianças órfãs e às prostitutas.  A motivação da sua vida espiritual foi o desejo de devolver a Igreja ao estado de santidade das primeiras comunidades cristãs. Este mesmo ideal determinou o modo de organizar a vida das casas que acolhiam os órfãos. O grupo religioso se destacou por proporcionar educação gratuita aos menores abandonados e órfãos. Dos muitos colaboradores que se aproximaram dele, alguns tomaram a decisão de seguir o seu estilo de vida. Assim nascia a Companhia dos Servos dos Pobres.  Prestes a morrer, Jerônimo Emiliani transmitiu a seus discípulos um testamento que sintetizava sua experiência espiritual e representava, ao mesmo tempo, um itinerário de vida cristã: &#8220;Segui o caminho do Crucificado, desprezai a iniqüidade, amai-vos uns aos outros e servi aos pobres&#8221;.  Jerônimo Emiliani faleceu na cidade de Somasca, Itália, no dia 8 de fevereiro de 1537, vitimado pela peste que contraiu servindo aos doentes durante uma epidemia que se alastrou na cidade. Apesar disso cuidou dos enfermos até os últimos momentos de sua vida.  O papa Santo Pio V, em 1568 oficializou a Ordem dos Religiosos de Somasca. Jerônimo Emiliani foi canonizado em 1767 e o dia 8 de Fevereiro escolhido para a sua homenagem. Em 1928, o Papa Pio XI o declarou Padroeiro dos órfãos e das crianças abandonadas.</div>
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		<title>Liturgia diária &#8211; 09/02/2012</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 11:53:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Altino de Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liturgia diária Ano B]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 9 de Fevereiro &#8211; Quinta-feira V SEMANA DO TEMPO COMUM (Verde – Ofício do Dia) Antífona da entrada: Entrai, inclinai-vos e prostrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois ele é o nosso Deus (Sl 94,6s). Oração do dia Velai, ó Deus, sobre a vossa família com incansável amor; e, como só confiamos na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Dia 9 de Fevereiro &#8211; Quinta-feira</h4>
<h4>V SEMANA DO TEMPO COMUM (Verde – Ofício do Dia)</h4>
<div>Antífona da entrada: Entrai, inclinai-vos e prostrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois ele é o nosso Deus (Sl 94,6s).</div>
<h5>Oração do dia</h5>
<div>Velai, ó Deus, sobre a vossa família com incansável amor; e, como só confiamos na vossa graça, guardai-nos sob a vossa proteção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.</div>
<h5>Leitura (1 Reis 11,4-13)</h5>
<div>Leitura do primeiro livro dos Reis. <sup>1</sup><sup>1</sup> <sup>4</sup> Sendo já velho, elas seduziram o seu coração para seguir outros deuses. E o seu coração já não pertencia sem reservas ao Senhor, seu Deus, como o de Davi, seu pai. <sup>5</sup> Salomão prestou culto a Astarte, deusa dos sidônios, e a Melcom, o abominável ídolo dos amonitas. <sup>6</sup> Fez o mal aos olhos do Senhor, não lhe foi inteiramente fiel como o fora seu pai Davi. <sup>7</sup> Por esse tempo edificou Salomão no monte, que está a oriente de Jerusalém, um lugar alto a Camos, deus de Moab, e a Moloc, abominação dos amonitas. <sup>8</sup> E o mesmo fez para todas as suas mulheres estrangeiras, que queimavam incenso e sacrificavam aos seus deuses. <sup>9</sup> O Senhor irritou-se contra Salomão, por se ter seu coração desviado do Senhor, Deus de Israel, que lhe aparecera por duas vezes, <sup>1</sup><sup>0</sup> e lhe tinha proibido expressamente que se unisse a deuses estranhos. Mas não seguira as ordens do Senhor. <sup>1</sup><sup>1</sup> O Senhor disse-lhe então: &#8220;Já que procedeste assim, e não guardaste a minha aliança, nem as leis que te prescrevi, vou tirar-te o reino e dá-lo ao teu servo. <sup>1</sup><sup>2</sup> Todavia, em atenção ao teu pai Davi, não o farei durante a tua vida. Tirá-lo-ei, sim, mas da mão de teu filho. <sup>1</sup><sup>3</sup> Não lhe tirarei o reino todo, mas deixarei ao teu filho uma tribo, por amor de meu servo Davi, e por amor de Jerusalém, a cidade que escolhi&#8221;. Palavra do Senhor.</div>
<h5>Salmo responsorial 105/106</h5>
<div><strong><em>Lembrai-vos, ó Senhor, de mim, lembrai-vos, segundo o amor que demonstrais ao vosso povo! </em></strong> Felizes os que guardam seus preceitos e praticam a justiça em todo o tempo! Lembrai-vos, ó Senhor, de mim, lembrai-vos, pelo amor que demonstrais ao vosso povo!<br />
Misturaram-se, então, com os pagãos e aprenderam seus costumes depravados. Aos ídolos pagãos prestaram culto, que se tornaram armadilha para eles.<br />
Pois imolaram até mesmo os próprios filhos, sacrificaram suas filhas aos demônios. Acendeu-se a ira de Deus contra o seu povo, e o Senhor abominou a sua herança.</div>
<h5>Evangelho (Marcos 7,24-30)</h5>
<div><em>Aleluia, aleluia, aleluia. Acolhei docilmente a palavra semeada em vós, meus irmãos; ela pode salvar vossas vidas! (Tg <sup>1</sup>,<sup>2</sup><sup>1</sup>).</em><br />
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos. <sup>7</sup> <sup>2</sup><sup>4</sup> Em seguida, Jesus, deixando aquele lugar, foi para a terra de Tiro e de Sidônia. E tendo entrado numa casa, não quis que ninguém o soubesse. Mas não pôde ficar oculto, <sup>2</sup><sup>5</sup> pois uma mulher, cuja filha possuía um espírito imundo, logo que soube que ele estava ali, entrou e caiu a seus pés. <sup>2</sup><sup>6</sup> (Essa mulher era pagã, de origem siro-fenícia.) Ora, ela suplicava-lhe que expelisse de sua filha o demônio. <sup>2</sup><sup>7</sup> Disse-lhe Jesus: &#8220;Deixa primeiro que se fartem os filhos, porque não fica bem tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cães&#8221;. <sup>2</sup><sup>8</sup> Mas ela respondeu: &#8220;É verdade, Senhor; mas também os cachorrinhos debaixo da mesa comem das migalhas dos filhos&#8221;. <sup>2</sup><sup>9</sup> Jesus respondeu-lhe: &#8220;Por causa desta palavra, vai-te, que saiu o demônio de tua filha&#8221;. <sup>3</sup><sup>0</sup> Voltou ela para casa e achou a menina deitada na cama. O demônio havia saído. Palavra da Salvação.</div>
<h5>Comentário ao Evangelho</h5>
<div>
<p><strong>A PERSISTÊNCIA RECOMPENSADA</strong></p>
<p>O encontro de Jesus com a mulher cananéia contém uma série de elementos atípicos. O Mestre encontrava-se em território pagão, dentro de uma casa, pensando poder passar despercebido. Seu anonimato foi revelado pela presença de uma mulher que, tendo ouvido falar dele, veio lançar-se-lhe aos pés. Sendo mulher, estrangeira e pagã, a atitude mais natural de Jesus seria de mantê-la à devida distância, porque, segundo a tradição da época, um mestre que se prezava não contactava com mulheres, com estrangeiros, nem com pagãos. Apesar disso, o Mestre aceitou dialogar com ela, embora, tenha sido um diálogo um tanto ríspido. Jesus não mostrou nenhuma intenção de atendê-la. Mas a mulher ficou firme no seu propósito: obter a cura de sua filhinha, vítima de um espírito maligno. Tampouco se dobrou aos argumentos do Mestre, segundo os quais os destinatários de seu poder taumatúrgico eram, preferencialmente, os &#8220;filhos&#8221;, ou seja, os judeus. Sentia-se no direito de partilhar, pelo menos, as migalhas dos bens oferecidos aos &#8220;filhos&#8221;. Por isso, estava disposta a ser tratada como os cachorrinhos que comem as migalhas caídas da mesa de seus donos. Segura do que queria, e sabendo que tinha recorrido à pessoa certa, a mulher não cedeu. Resultado: sua persistência foi recompensada.<br />
<strong>Oração </strong>Espírito de persistência, não me deixes esmorecer, quando recorro ao Senhor, por carecer de sua ajuda. Que eu também possa ver minha persistência recompensada.<br />
<em>(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês) </em></p>
</div>
<h5>Sobre as oferendas</h5>
<div>Senhor nosso Deus, que criastes o pão e o vinho para alimento da nossa fraqueza, concedei que se tornem para nós sacramento da vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<div>Antífona da comunhão: Demos graças ao Senhor por sua bondade, por suas maravilhas em favor dos homens; deu de beber aos que tinham sede, alimentou os que tinham fome (Sl 106,8s).</div>
<h5>Depois da comunhão</h5>
<div>Ó Deus, vós quisestes que participássemos do mesmo pão e do mesmo cálice; fazei-nos viver de tal modo unidos em Cristo, que tenhamos a alegria de produzir muitos frutos para a salvação do mundo. Por Cristo, nosso Senhor</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Liturgia diária &#8211; 10/02/2012</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 11:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Altino de Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liturgia diária Ano B]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 10 de Fevereiro &#8211; Sexta-feira SANTA ESCOLÁSTICA Virgem e Fundadora (Branco, Pref. comum ou das virgens – Ofício da Memória) Antífona da entrada: Exultemos de alegria, pois o Senhor do universo amou esta virgem santa e gloriosa. Oração do dia Celebrando a festa de santa Escolástica, nós vos pedimos, ó Deus, a graça de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Dia 10 de Fevereiro &#8211; Sexta-feira</h4>
<h4>SANTA ESCOLÁSTICA Virgem e Fundadora (Branco, Pref. comum ou das virgens – Ofício da Memória)</h4>
<div>Antífona da entrada: Exultemos de alegria, pois o Senhor do universo amou esta virgem santa e gloriosa.</div>
<h5>Oração do dia</h5>
<div>Celebrando a festa de santa Escolástica, nós vos pedimos, ó Deus, a graça de imitá-la, servindo-vos com caridade perfeita e alegrando-nos com os sinais do vosso amor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.</div>
<h5>Leitura (1 Reis 11,29-32;12,19)</h5>
<div>Leitura do primeiro livro dos Reis. <sup>1</sup><sup>1</sup> <sup>2</sup><sup>9</sup> E aconteceu que um dia, saindo Jeroboão de Jerusalém, encontrou-se em caminho com o profeta Aías de Silo, vestido com um manto novo. Estavam os dois sós no campo. <sup>3</sup><sup>0</sup> Então Aías, tomando o manto novo que trazia, rasgou-o em doze pedaços. <sup>3</sup><sup>1</sup> &#8220;Toma para ti dez pedaços&#8221;, disse ele a Jeroboão, &#8220;pois isto diz o Senhor, Deus de Israel: Vou arrancar o reino das mãos de Salomão, e dar-te-ei dez tribos. <sup>3</sup><sup>2</sup> Mas, em atenção ao meu servo Davi e à cidade de Jerusalém, que escolhi dentre todas as tribos de Israel, ficar-lhe-á ainda uma tribo&#8221;. <sup>1</sup><sup>2</sup> <sup>1</sup><sup>9</sup> Desse modo, separou-se Israel da casa de Davi até o dia de hoje. Palavra do Senhor.</div>
<h5>Salmo responsorial 80/81</h5>
<div><strong><em>Ouve, meu povo, porque eu sou o teu Deus! </em></strong> Em teu meio não exista um deus estranho nem adores a um deus desconhecido! Porque eu sou o teu Deus e teu Senhor, que da terra do Egito te arranquei.<br />
Mas meu povo não ouviu a minha voz, Israel não quis saber de obedecer-me. Deixei, então, que eles seguissem seus caprichos, abondonei-os ao seu duro coração.<br />
Quem me dera que meu povo me escutasse!<br />
Que Israel andasse sempre em meus caminhos! Seus inimigos, sem demora, humilharia e voltaria minha mão contra o opressor.</div>
<h5>Evangelho (Marcos 7,31-37)</h5>
<div><em>Aleluia, aleluia, aleluia. Abri-nos, ó Senhor, o coração para ouvirmos a palavra de Jesus! (At <sup>1</sup><sup>6</sup>,<sup>1</sup><sup>4</sup>).</em><br />
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos. <sup>7</sup> <sup>3</sup><sup>1</sup> Jesus deixou de novo as fronteiras de Tiro e foi por Sidônia ao mar da Galiléia, no meio do território da Decápole. <sup>3</sup><sup>2</sup> Ora, apresentaram-lhe um surdo-mudo, rogando-lhe que lhe impusesse a mão. <sup>3</sup><sup>3</sup> Jesus tomou-o à parte dentre o povo, pôs-lhe os dedos nos ouvidos e tocou-lhe a língua com saliva. <sup>3</sup><sup>4</sup> E levantou os olhos ao céu, deu um suspiro e disse-lhe: &#8220;Éfata!&#8221;, que quer dizer &#8220;abre-te!&#8221; <sup>3</sup><sup>5</sup> No mesmo instante os ouvidos se lhe abriram, a prisão da língua se lhe desfez e ele falava perfeitamente. <sup>3</sup><sup>6</sup> Proibiu-lhes que o dissessem a alguém. Mas quanto mais lhes proibia, tanto mais o publicavam. <sup>3</sup><sup>7</sup> E tanto mais se admiravam, dizendo: &#8220;Ele fez bem todas as coisas. Fez ouvir os surdos e falar os mudos!&#8221; Palavra da Salvação.</div>
<h5>Comentário ao Evangelho</h5>
<div>
<p><strong>ELE FEZ TUDO BEM</strong></p>
<p>Jesus &#8220;fazia bem todas as coisas&#8221;. Isto revela o empenho que colocava no exercício de sua missão. Ele não fazia as coisas pela metade, não concedia benefícios parcelados e condicionados, nem se contentava com ações malfeitas. Pelo contrário, seus gestos poderosos traziam a marca da plenitude. No caso do surdo-mudo, a plenitude do gesto de Jesus deve ser entendida para além da cura física. O fato de abrir-lhe os ouvidos, possibilitando-lhe ouvir perfeitamente, e da libertação da mudez, de modo a poder falar sem dificuldade, já é, por si, formidável. Contudo, isto ainda seria insuficiente para que a ação de Jesus fosse declarada bem-feita. Era necessário possibilitar ao surdo-mudo um &#8220;abrir-se&#8221; ainda mais radical: desfazer-lhe as outras prisões, e num nível tal de profundidade, de forma a colocá-lo em plena sintonia com Deus e com os seus semelhantes. Sem esta passagem da cura física à cura espiritual, a primeira não teria muita importância. Vale a pena alguém ser curado da surdez e da mudez para levar uma vida egoísta, sem solidarizar-se com os necessitados? Tem sentido ser privilegiado com um gesto de misericórdia de Jesus, e recusar-se a ser misericordioso com o próximo? Só uma cura radical possibilitaria àquele homem ser misericordioso com os demais. E era isto que interessava a Jesus.<br />
<strong>Oração </strong>Espírito de plenitude, que eu siga o exemplo de Jesus e faça bem todas as coisas, não me contentando com a mediocridade e a displicência no agir.<br />
<em>(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês) </em></p>
</div>
<h5>Sobre as oferendas</h5>
<div>Fazei-nos, ó Pai, alcançar os frutos dos dons que vos consagramos, e, a exemplo de santa Escolástica, sejamos purificados de todo mal e orientados para uma vida nova. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<div>Antífona da comunhão: As cinco virgens prudentes, ao tomarem suas lâmpadas, levaram óleo consigo. Ouviu-se um grito na noite: Eis que chega o esposo, ide ao encontro de Cristo! (Mt 25,4.6)</div>
<h5>Depois da comunhão</h5>
<div>Ó Pai, que a comunhão do Corpo e Sangue do vosso Filho nos desprenda das coisas perecíveis para que, a exemplo de santa Escolástica, sempre mais vos amemos na terra e vos contemplemos eternamente no céu. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<h5>Santo do Dia / Comemoração (SANTA ESCOLÁSTICA)</h5>
<div>O nome de Santa Escolástica, irmã de São Bento, nos leva para o século V, para o primeiro mosteiro feminino ocidental, fundamentado na vida em comum, conceito introduzido na vida dos monges por ele. Foi o primeiro a orientar para servir a Deus não &#8220;fugindo do mundo&#8221; através da solidão ou da penitência itinerante, como os monges orientais, mas vivendo em comunidade duradoura e organizada, e dividindo rigorosamente o próprio tempo entre a oração, trabalho ou estudo e repouso.<br />
Escolástica e Bento, irmãos gêmeos, nasceram em Nórcia, região central da Itália, em 480. Eram filhos de nobres, o pai Eupróprio ficou viúvo quando eles nasceram, pois a esposa morreu durante o parto. Ainda jovem Escolástica se consagrou a Deus com o voto de castidade, antes mesmo do irmão, que estudava retórica em Roma. Mais tarde, Bento fundou o mosteiro de Monte Cassino criando a Ordem dos monges beneditinos. Escolástica, inspirada por ele, fundou um mosteiro, de irmãs, com um pequeno grupo de jovens consagradas. Estava criada a Ordem das beneditinas, que recebeu este nome em homenagem ao irmão, seu grande incentivador e que elaborou as Regras da comunidade.<br />
São muito poucos os dados da vida de Escolástica, e foram escritos quarenta anos depois de sua morte, pelo o santo papa Gregório Magno, que era um beneditino. Ele recolheu alguns depoimentos de testemunhas vivas para o seu livro &#8220;Diálogos&#8221; e escreveu sobre ela apenas como uma referência na vida de Bento, mais como uma sombra do grande irmão, pai dos monges ocidentais.<br />
Nesta página expressiva contou que, mesmo vivendo em mosteiros próximos, os dois irmãos só se encontravam uma vez por ano, para manterem o espírito de mortificação e elevação da experiência espiritual. Isto ocorria na Páscoa e numa propriedade do mosteiro do irmão. Certa vez, Escolástica foi ao seu encontro acompanhada por um pequeno grupo de irmãs, quando Bento chegou também acompanhado por alguns discípulos. Passaram todo o dia conversando sobre assuntos espirituais e sobre as atividades da Igreja.<br />
Quando anoiteceu, Bento, muito rigoroso às Regras disse à irmã que era hora de se despedirem. Mas Escolástica pediu que ficasse para passarem a noite, todos juntos, conversando e rezando. Bento se manteve intransigente dizendo que deveria ir para suas obrigações. Neste momento ela se pôs a rezar com tal fervor que uma grande tempestade se formou com raios e uma chuva forte caiu a noite toda, e ele teve de ficar. Os dois irmãos puderam conversar a noite inteira. No dia seguinte o sol apareceu, eles se despediram e cada grupo voltou para o seu mosteiro. Essa seria a última vez que os dois se veriam.<br />
Três dias depois, em seu mosteiro Bento recebeu a notícia da morte de Escolástica, enquanto rezava olhando para o céu, viu a alma de sua irmã, penetrar no paraíso em forma de pomba. Bento mandou buscar o seu corpo e o colocou na sepultura que havia preparado para si. Ela morreu em 10 de fevereiro de 547, quarenta dias antes que seu venerado irmão Bento. Escolástica foi considerada a primeira monja beneditina e Santa, pela Igreja que escolheu o dia de sua morte para as homenagens litúrgicas</div>
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		<title>Liturgia diária &#8211; 11/02/2012</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 11:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Altino de Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liturgia diária Ano B]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 11 de Fevereiro &#8211; Sábado V SEMANA DO TEMPO COMUM* (Verde – Ofício do Dia) Antífona da entrada: Entrai, inclinai-vos e prostrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois ele é o nosso Deus (Sl 94,6s). Oração do dia Velai, ó Deus, sobre a vossa família com incansável amor; e, como só confiamos na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Dia 11 de Fevereiro &#8211; Sábado</h4>
<h4>V SEMANA DO TEMPO COMUM<strong>*</strong> (Verde – Ofício do Dia)</h4>
<div>Antífona da entrada: Entrai, inclinai-vos e prostrai-vos: adoremos o Senhor que nos criou, pois ele é o nosso Deus (Sl 94,6s).</div>
<h5>Oração do dia</h5>
<div>Velai, ó Deus, sobre a vossa família com incansável amor; e, como só confiamos na vossa graça, guardai-nos sob a vossa proteção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.</div>
<h5>Leitura (1 Reis 12,26-32;13,33-34)</h5>
<div>Leitura do primeiro livro dos Reis. Naqueles dias, Jeroboão <sup>1</sup><sup>2</sup> <sup>2</sup><sup>6</sup> disse consigo mesmo: &#8220;Pode bem ser que o reino volte para a casa de Davi. <sup>2</sup><sup>7</sup> Se o povo subir a Jerusalém para oferecer sacrifícios no templo do Senhor, e o seu coração se voltar para o seu senhor, Roboão, rei de Judá, matar-me-ão e se voltarão para Roboão, rei de Judá&#8221;. <sup>2</sup><sup>8</sup> Depois de ter refletido bem, o rei mandou fazer dois bezerros de ouro e disse ao povo: &#8220;Basta de peregrinações a Jerusalém! Eis aqui, ó Israel, o teu Deus que te tirou do Egito&#8221;. <sup>2</sup><sup>9</sup> Pôs um bezerro em Betel e outro em Dã. <sup>3</sup><sup>0</sup> Isso foi uma ocasião de pecado, porque o povo ia até Dã para adorar um desses bezerros. <sup>3</sup><sup>1</sup> Jeroboão construiu também templos em lugares altos, onde estabeleceu como sacerdotes homens tirados do meio do povo, e que não eram levitas. <sup>3</sup><sup>2</sup> Instituiu também uma festa no oitavo mês, no décimo quinto dia do mês, à semelhança da que se celebrava em Judá, e subiu ao altar. Fez o mesmo em Betel, sacrificando aos bezerros que tinha mandado fazer. Estabeleceu igualmente em Betel sacerdotes para os lugares altos que tinha edificado. <sup>1</sup><sup>3</sup>.<sup>3</sup><sup>3</sup> Depois dessas coisas, Jeroboão não se converteu de sua péssima vida, mas continuou a tomar homens do meio do povo e constituí-los sacerdotes dos lugares altos: a todo o que desejasse, investia no cargo sacerdotal e o estabelecia nos lugares altos. <sup>3</sup><sup>4</sup> Isto tornou-se para a casa de Jeroboão um ocasião de pecado, que causou a sua perda e o seu extermínio da face da terra. Palavra do Senhor.</div>
<h5>Salmo responsorial 105/106</h5>
<div><strong><em>Lembrai-vos, ó Senhor, de mim, lembrai-vos, segundo o amor que demonstrais ao vosso povo. </em></strong> Pecamos como outrora nossos pais, praticamos a maldade e fomos ímpios; no Egito nossos pais não se importaram com os vossos admiráveis grandes feitos.<br />
Construíram um bezerro no Horeb e adoraram uma estátua de metal; eles trocaram o seu Deus, que é sua glória, pela imagem de um boi que come feno.<br />
Esqueceram-se do Deus que os salvara, que fizera maravilhas no Egito; no país de Cam fez tantas obras admiráveis, no mar Vermelho, tantas coisas assombrosas.</div>
<h5>Evangelho (Marcos 8,1-10)</h5>
<div><em>Aleluia, aleluia, aleluia. O homem não vive somente de pão, mas de toda palavra da boca de Deus (Mt <sup>4</sup>,<sup>4</sup>).</em><br />
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos. <sup>8</sup> <sup>1</sup> Naqueles dias, como fosse novamente numerosa a multidão, enão tivessem o que comer, Jesus convocou os discípulos e lhes disse: <sup>2</sup> &#8220;Tenho compaixão deste povo. Já há três dias perseveram comigo e não têm o que comer. <sup>3</sup> Se os despedir em jejum para suas casas, desfalecerão no caminho; e alguns deles vieram de longe!&#8221; <sup>4</sup> Seus discípulos responderam-lhe: &#8220;Como poderá alguém fartá-los de pão aqui no deserto?&#8221; <sup>5</sup> Mas ele perguntou-lhes: &#8220;Quantos pães tendes?&#8221; &#8220;Sete&#8221;, responderam. <sup>6</sup> Mandou então que o povo se assentasse no chão. Tomando os sete pães, deu graças, partiu-os e entregou-os a seus discípulos, para que os distribuíssem e eles os distribuíram ao povo. <sup>7</sup> Tinham também alguns peixinhos. Ele os abençoou e mandou também distribuí-los. <sup>8</sup> Comeram e ficaram fartos, e dos pedaços que sobraram levantaram sete cestos. <sup>9</sup> Ora, os que comeram eram cerca de quatro mil pessoas. Em seguida, Jesus os despediu. <sup>1</sup><sup>0</sup> E embarcando depois com seus discípulos, foi para o território de Dalmanuta. Palavra da Salvação.</div>
<h5>Comentário ao Evangelho</h5>
<div>
<p><strong>A COMPAIXÃO OPERANTE</strong></p>
<p>A contemplação da multidão, há três dias escutando os seus ensinamentos e sendo agraciada com milagres, tocou o coração de Jesus. Aquele povo corria o risco de desfalecer, se voltasse para casa faminto. O que fazer? A compaixão de Jesus foi operante, ou seja, uma compaixão que não se detém na simples constatação das misérias do povo. Antes, pergunta-se pelo que é possível ser feito para minorar a situação de carência. A atitude tomada por Jesus tem duas vertentes. Na primeira, ele é quem age e indica as providências a serem tomadas. Na segunda, ele engaja, na sua ação, os discípulos e a multidão. Portanto, uma ação conjunta, que exige a participação de todos. Tratando-se de providenciar comida, Jesus promoveu uma grande partilha dos parcos recursos disponíveis: sete pães e alguns peixinhos. Ordenou ao povo sentar-se no chão, e começou a distribuir os pães e os peixes aos discípulos, e estes, à multidão. Ele supervisionou tudo, de forma que todos ficaram saciados, chegando até a sobrar sete cestos de pedaços. A partilha dependeu também dos discípulos e da multidão. Era preciso que compreendessem a lição da partilha, ensinada pelo Mestre, e a pusessem em prática, imediatamente. Sem este engajamento efetivo, o milagre não teria sido realizado.<br />
<strong>Oração</strong> Espírito de comiseração, não permitas que eu veja o sofrimento de meus irmãos mais pobres, sem manifestar-lhes, com gestos concretos, minha solidariedade.<br />
<em>(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês) </em></p>
</div>
<h5>Sobre as oferendas</h5>
<div>Senhor nosso Deus, que criastes o pão e o vinho para alimento da nossa fraqueza, concedei que se tornem para nós sacramento da vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<div>Antífona da comunhão: Demos graças ao Senhor por sua bondade, por suas maravilhas em favor dos homens; deu de beber aos que tinham sede, alimentou os que tinham fome (Sl 106,8s).</div>
<h5>Depois da comunhão</h5>
<div>Ó Deus, vós quisestes que participássemos do mesmo pão e do mesmo cálice; fazei-nos viver de tal modo unidos em Cristo, que tenhamos a alegria de produzir muitos frutos para a salvação do mundo. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<hr size="1" />
<h4>MEMÓRIA FACULTATIVA</h4>
<h4>NOSSA SENHORA DE LOURDES (Branco – Ofício da Memória)</h4>
<div>Oração do dia: Ó Deus de misericórdia, socorrei a nossa fraqueza para que, ao celebrarmos a memória da virgem imaculada, mãe de Deus, posamos, por sua intercessão, ressurgir de nossos pecados. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.</div>
<div>Sobre as oferendas: Celebrando a memória da mãe de Jesus, nós vos pedimos, ó Deus, que este sacrifício nos torne, pela vossa graça, uma oferenda perfeita. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<div>Depois da comunhão: Fazei, ó Deus, que, participando da redenção eterna ao celebrarmos a memória da mãe de Jesus, recebamos da plenitude de vossa graça e vejamos crescer em nós a salvação. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<div>Santo do Dia / Comemoração (NOSSA SENHORA DE LOURDES):</div>
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		<title>Liturgia diária &#8211; 12/02/2012</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 11:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Altino de Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Liturgia diária Ano B]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 12 de Fevereiro &#8211; Domingo VI DO DOMINGO DO TEMPO COMUM (Verde, Glória, Creio – II Semana do Saltério) Antífona da entrada: Sede o rochedo que me abriga, a casa bem defendida que me salva. Sois minha fortaleza e minha rocha; para honra do vosso nome, vós me conduzis e alimentais (Sl 30,3s). Oração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Dia 12 de Fevereiro &#8211; Domingo</h4>
<h4>VI DO DOMINGO DO TEMPO COMUM (Verde, Glória, Creio – II Semana do Saltério)</h4>
<div>Antífona da entrada: Sede o rochedo que me abriga, a casa bem defendida que me salva. Sois minha fortaleza e minha rocha; para honra do vosso nome, vós me conduzis e alimentais (Sl 30,3s).</div>
<h5>Oração do dia</h5>
<div>Ó Deus, que promestestes permanecer nos corações sinceros e retos, dai-nos, por vossa graça, viver de tal modo, que possais habitar em nós. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.</div>
<h5>Leitura (2 Reis 5,9-14)</h5>
<div>Leitura do segundo livro dos Reis. <sup>5</sup> <sup>9</sup> Naamã veio com seu carro e seus cavalos e parou à porta de Eliseu. <sup>1</sup><sup>0</sup> Este mandou-lhe dizer por um mensageiro: &#8220;Vai, lava-te sete vezes no Jordão e tua carne ficará limpa&#8221;. <sup>1</sup><sup>1</sup> Naamã se foi, despeitado, dizendo: &#8220;Eu pensava que ele viria em pessoa, e, diante de mim, invocaria o Senhor, seu Deus, poria a mão no lugar infetado e me curaria da lepra. <sup>1</sup><sup>2</sup> Porventura os rios de Damasco, o Abana e o Farfar, não são melhores que todas as águas de Israel? Não me poderia eu lavar neles e ficar limpo?&#8221; E, voltando-se, retirou-se encolerizado. <sup>1</sup><sup>3</sup> Mas seus servos, aproximando-se dele, disseram-lhe: &#8220;Meu pai, mesmo que o profeta te tivesse ordenado algo difícil, não o deverias fazer? Quanto mais agora que ele te disse: ´Lava-te e serás curado´&#8221;. <sup>1</sup><sup>4</sup> Naamã desceu ao Jordão e banhou-se ali sete vezes, como lhe ordenara o homem de Deus, e sua carne tornou-se tenra como a de uma criança. Palavra do Senhor.</div>
<h5>Salmo responsorial 31/32</h5>
<div><strong><em>Sois, Senhor, para mim, alegria e refúgio. </em></strong> Feliz o homem que foi perdoado e cuja falta já foi encoberta! Feliz o homem a quem o Senhor não olha mais como sendo culpado e em cuja alma não há falsidade!<br />
Eu confessei, afinal, meu pecado e minha falta vos fiz conhecer. Disse: “Eu irei confessar meu pecado!” E perdoastes, Senhor, minha falta.<br />
Regozijai-vos, ó justos, em Deus, e no Senhor exultai de alegria! Corações retos, cantai jubilosos!</div>
<h5>Leitura (1 Coríntios 10,31-11,1)</h5>
<div>Leitura da primeira carta de são Paulo aos Coríntios. <sup>1</sup><sup>0</sup> <sup>3</sup><sup>1</sup> Portanto, quer comais quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus. <sup>3</sup><sup>2</sup> Não vos torneis causa de escândalo, nem para os judeus, nem para os gentios, nem para a Igreja de Deus. <sup>3</sup><sup>3</sup> Fazei como eu: em todas as circunstâncias procuro agradar a todos. Não busco os meus interesses próprios, mas os interesses dos outros, para que todos sejam salvos. <sup>1</sup><sup>1</sup> <sup>1</sup> Tornai-vos os meus imitadores, como eu o sou de Cristo. Palavra do Senhor.</div>
<h5>Evangelho (Marcos 1,40-45)</h5>
<div>
<p><em>Aleluia, aleluia, aleluia. Um grande profeta surgiu, surgiu e entre nós se mostrou; é Deus que se povo visita, seu povo, meu Deus visitou (Lc <sup>7</sup>,<sup>1</sup><sup>6</sup>).</em></p>
<p>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos. <sup>4</sup><sup>0</sup> Aproximou-se de Jesus um leproso, suplicando-lhe de joelhos: &#8220;Se queres, podes limpar-me.&#8221; <sup>4</sup><sup>1</sup> Jesus compadeceu-se dele, estendeu a mão, tocou-o e lhe disse: &#8220;Eu quero, sê curado.&#8221; <sup>4</sup><sup>2</sup> E imediatamente desapareceu dele a lepra e foi purificado. <sup>4</sup><sup>3</sup> Jesus o despediu imediatamente com esta severa admoestação: <sup>4</sup><sup>4</sup> &#8220;Vê que não o digas a ninguém; mas vai, mostra-te ao sacerdote e apresenta, pela tua purificação, a oferenda prescrita por Moisés para lhe servir de testemunho.&#8221; <sup>4</sup><sup>5</sup> Este homem, porém, logo que se foi, começou a propagar e divulgar o acontecido, de modo que Jesus não podia entrar publicamente numa cidade. Conservava-se fora, nos lugares despovoados; e de toda parte vinham ter com ele. Palavra da Salvação.</p>
</div>
<h5>Comentário ao Evangelho</h5>
<div>
<p><strong>JESUS COMPADECIDO </strong></p>
<p>É comovente contemplar a sensibilidade de Jesus, em relação aos sofredores. Tem-se a impressão de que, quanto maior o sofrimento humano, tanto maior sua capacidade de comover-se. Nestas horas, a misericórdia falava mais alto. O encontro com o leproso tocou, fundo, no coração de Jesus. Imaginemos aquele homem deformado e repelente, lançando-se aos pés do Mestre, em cujas mãos colocava a própria cura: &#8220;Se queres, tu tens o poder de curar-me!&#8221; A reação natural seria a de censurá-lo, e ordenar que se afastasse, pois os leprosos não podiam conviver com as pessoas sadias. Outra reação seria a de afastar-se sem demora, para evitar o risco de contágio e o da impureza adquirida pelo simples contato com o doente. Tudo se passa de forma diferente com Jesus. A presença daquele homem sofredor move-o à compaixão. Daí o gesto inesperado: Jesus toca o leproso. Sem dúvida, houve quem se escandalizasse e passasse a considerá-lo como impuro, como faziam com quem entrava em contato com os portadores da lepra. Este tipo de tradição não tinha nenhum valor para Jesus. Seu único desejo era ver aquele infeliz livre de sua doença. E o cura! A reação do ex-leproso é compreensível. Apesar da advertência de Jesus, saiu gritando o que lhe acontecera. A compaixão do Senhor deixou-o maravilhado.</p>
<p><strong>Oração </strong>Espírito de compaixão, que a presença das pessoas sofredoras comova-me até às entranhas, e me faça solidário com elas.</p>
<p><em>(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)</em></p>
</div>
<h5>Sobre as oferendas</h5>
<div>Ó Deus, que este sacrifício nos purifique e renove e seja fonte de eterna recompensa para os que fazem a vossa vontade. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<div>Antífona da comunhão: Eles comeram e beberam à vontade; o Senhor satisfizera os seus desejos (Sl 77,29s)</div>
<h5>Depois da comunhão</h5>
<div>Ó Deus, que nos fizestes provar as alegrias do céu, dai-nos desejar sempre o alimento que nos traz a verdadeira vida. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
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		<title>Liturgia diária &#8211; 13/02/2012</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 11:49:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Altino de Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dia 13 de Fevereiro &#8211; Segunda-feira VI SEMANA DO TEMPO COMUM (Verde – Ofício do Dia) Antífona da entrada: Sede o rochedo que me abriga, a casa bem defendida que me salva. Sois minha fortaleza e minha rocha; para honra do vosso nome, vós me conduzis e alimentais (Sl 30,3s). Oração do dia Ó Deus, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Dia 13 de Fevereiro &#8211; Segunda-feira</h4>
<h4>VI SEMANA DO TEMPO COMUM (Verde – Ofício do Dia)</h4>
<div>Antífona da entrada: Sede o rochedo que me abriga, a casa bem defendida que me salva. Sois minha fortaleza e minha rocha; para honra do vosso nome, vós me conduzis e alimentais (Sl 30,3s).</div>
<h5>Oração do dia</h5>
<div>Ó Deus, que prometestes permanecer nos corações sinceros e retos, dai-nos, por vossa graça, viver de tal modo, que possais habitar em nós. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.</div>
<h5>Leitura (Tiago 1,1-11)</h5>
<div>Leitura da carta de são Tiago. <sup>1</sup> <sup>1</sup> Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos da dispersão, saúde! <sup>2</sup> Considerai que é suma alegria, meus irmãos, quando passais por diversas provações, <sup>3</sup> sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência. <sup>4</sup> Mas é preciso que a paciência efetue a sua obra, a fim de serdes perfeitos e íntegros, sem fraqueza alguma. <sup>5</sup> Se alguém de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus &#8211; que a todos dá liberalmente, com simplicidade e sem recriminação &#8211; e ser-lhe-á dada. <sup>6</sup> Mas peça-a com fé, sem nenhuma vacilação, porque o homem que vacila assemelha-se à onda do mar, levantada pelo vento e agitada de um lado para o outro. <sup>7</sup> Não pense, portanto, tal homem que alcançará alguma coisa do Senhor, <sup>8</sup> pois é um homem irresoluto, inconstante em todo o seu proceder. <sup>9</sup> Mas que os irmãos humildes se gloriem de sua elevação; <sup>1</sup><sup>0</sup> os ricos, pelo contrário, de sua humilhação, porque passarão como a flor dos campos. <sup>1</sup><sup>1</sup> Desponta o sol com ardor, seca a erva, cai sua flor e perde a beleza do seu aspecto. Assim murcha também o rico em suas empresas. Palavra do Senhor.</div>
<h5>Salmo responsorial 118/119</h5>
<div><strong><em>Venha a mim o vosso amor e viverei. </em></strong> Antes de ser por vós provado, eu me perdera; mas agora sigo firme em vossa lei!<br />
Porque sois bom e realizais somente o bem, ensinai-me a fazer vossa vontade!<br />
Para mim foi muito bom ser humilhado, porque assim eu aprendi vossa vontade!<br />
A lei de vossa boca, para mim, vale mais do que milhões em ouro e prata.<br />
Sei que os vossos julgamentos são corretos, e com justiça me provastes, ó Senhor!<br />
Vosso amor seja um consolo para mim, conforme a vosso servo prometestes.</div>
<h5>Evangelho (Marcos 8,11-13)</h5>
<div><em>Aleluia, aleluia, aleluia. Sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai, senão por mim (Jô <sup>1</sup><sup>4</sup>,<sup>6</sup>).</em><br />
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos. Naquele tempo, <sup>8</sup> <sup>1</sup><sup>1</sup> vieram os fariseus e puseram-se a disputar com Jesus e pediram-lhe um sinal do céu, para pô-lo à prova. <sup>1</sup><sup>2</sup> Jesus, porém, suspirando no seu coração, disse: &#8220;Por que pede esta geração um sinal? Em verdade vos digo: jamais lhe será dado um sinal&#8221;. <sup>1</sup><sup>3</sup> Deixou-os e seguiu de barca para a outra margem. Palavra da Salvação.</div>
<h5>Comentário ao Evangelho</h5>
<div>
<p><strong>DISPUTANDO COM JESUS</strong></p>
<p>Uma ala do farisaísmo esteve em contínuo litígio com Jesus. Certos fariseus não perdiam a oportunidade de colocar-lhe armadilhas. Tentavam pegá-lo em alguma palavra passível de ser mal-interpretada, para poder acusá-lo diante das autoridades civis e religiosas. Jesus, porém, sempre se manteve vigilante para não se deixar enredar. Mas o que eles não aceitavam em Jesus? Entre outras coisas, a forma irreverente como se referia a Deus, chamando-o de pai; a pretensão de ser igual a Deus, ao realizar obras que só a este competia fazer; a insubmissão diante dos preceitos religiosos; o fato de misturar-se com os pecadores, marginalizados e gente de má fama. Por sua vez, Jesus não aceitava, nos fariseus: a hipocrisia deslavada, que os levava a ensinar uma coisa e fazer outra bem diferente; a insensibilidade diante dos fracos e pequenos, a quem impunham uma religiosidade opressora; o espírito segregacionista, que lhes dava ares de superioridade; a teologia anacrônica, incapaz de adaptar-se à novidade do Reino; a manipulação da religião, reduzida a seus caprichos e interesses. O conflito ficará sem solução, até que os fariseus decidam eliminar Jesus, fazendo-o pender de uma cruz. A superação desse conflito acontecerá quando o Pai ressuscitar seu Filho, por estar do lado dele e dar-lhe razão.<br />
<strong>Oração</strong> Espírito de amor, faze-me acolher, de boa vontade, a pessoa de Jesus, mostrando-me sensível ao seu convite de conversão do Reino.<br />
<em>(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)</em></p>
</div>
<h5>Sobre as oferendas</h5>
<div>Ó Deus, que este sacrifício nos purifique e renove e seja fonte de eterna recompensa para os que fazem a vossa vontade. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
<div>Antífona da comunhão: Eles comeram e beberam à vontade; o Senhor satisfizera os seus desejos (Sl 77,29s)</div>
<h5>Depois da comunhão</h5>
<div>Ó Deus, que nos fizestes provar as alegrias do céu, dai-nos desejar sempre o alimento que nos traz a verdadeira vida. Por Cristo, nosso Senhor.</div>
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