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	<title>PEDROALTINO.COM.BR &#187; Livro de Rute</title>
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	<description>Temas católicos, Liturgia diária, Salmos, Santos do dia, Mandamentos...</description>
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		<title>Livro de Rute</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 18:38:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Altino de Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livro de Rute]]></category>

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		<description><![CDATA[Livro de Rute
 Capítulo 1
1. No tempo que governavam os juízes, sobreveio uma fome na terra. Um homem partiu de Belém de Judá, com sua mulher e seus dois filhos, indo morar nos campos de Moab.
2. Chamava-se Elimelec, e sua mulher Noêmi; seus dois filhos chamavam-se Maalon e Quelion; eram efrateus de Belém de Judá. Chegados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Livro de Rute</strong></p>
<p><span><a name="1"> </a><strong>Capítulo 1</strong></p>
<p><strong>1.</strong> No tempo que governavam os juízes, sobreveio uma fome na terra. Um homem partiu de Belém de Judá, com sua mulher e seus dois filhos, indo morar nos campos de Moab.<br />
<strong>2.</strong> Chamava-se Elimelec, e sua mulher Noêmi; seus dois filhos chamavam-se Maalon e Quelion; eram efrateus de Belém de Judá. Chegados à terra de Moab, estabeleceram-se ali.<br />
<strong>3.</strong> Elimelec, marido de Noêmi, morreu, deixando-a com seus dois filhos.<br />
<strong>4.</strong> Estes casaram com mulheres moabitas, chamadas uma Orfa e outra Rute. Viveram lá aproximadamente dez anos.<br />
<strong>5.</strong> Maalon e Quelion morreram ficando Noêmi só, sem seus dois filhos e sem seu marido.<br />
<strong>6.</strong> Então, levantou-se Noêmi e partiu da região de Moab com suas duas noras, porque ouviu dizer que o Senhor tinha visitado o seu povo e lhe tinha dado pão.<br />
<strong>7.</strong> Deixou, pois, aquele lugar onde habitara com suas duas noras e pôs-se a caminho de volta para a terra de Judá.<br />
<strong>8.</strong> Ide, voltai para a casa de vossa mãe, disse ela às suas noras. O Senhor use convosco de misericórdia, como vós usastes com os que morreram e comigo!<br />
<strong>9.</strong> Que ele vos conceda paz em vossos lares, cada uma em casa de seu marido! E beijou-as. Elas puseram-se a chorar:<br />
<strong>10.</strong> Nós iremos contigo para o teu povo, disseram elas.<br />
<strong>11.</strong> Ide, minhas filhas, replicou Noêmi. Por que haveis de vir comigo? Porventura tenho eu ainda em meu seio filhos que possam tornar-se vossos maridos?<br />
<strong>12.</strong> Voltai, minhas filhas, porque já estou demasiado velha para casar-me de novo. E ainda que eu tivesse alguma esperança, e que esta noite mesmo me fosse dado ter marido, e viesse a gerar filhos,<br />
<strong>13.</strong> esperá-los-íeis crescer, sem vos casardes de novo, até que se tornassem grandes? Não, minhas filhas, minha dor é muito maior do que a vossa, porque a mão do Senhor pesou sobre mim.<br />
<strong>14.</strong> Então elas desataram de novo a chorar. Orfa beijou a sua sogra, porém Rute não quis separar-se dela.<br />
<strong>15.</strong> Eis que tua cunhada voltou para o seu povo e para os seus deuses, disse-lhe Noêmi; vai com ela.<br />
<strong>16.</strong> Não insistas comigo, respondeu Rute, para que eu te deixe e me vá longe de ti. Aonde fores, eu irei; aonde habitares, eu habitarei. O teu povo é meu povo, e o teu Deus, meu Deus.<br />
<strong>17.</strong> Na terra em que morreres, quero também eu morrer e aí ser sepultada. O Senhor trate-me com todo o rigor, se outra coisa, a não ser a morte, me separar de ti!<br />
<strong>18.</strong> Ante tal resolução, Noêmi não insistiu mais.<br />
<strong>19.</strong> Seguiram juntas o seu caminho até Belém; ali chegando, comoveu-se toda a cidade; as mulheres diziam.: Eis aí Noêmi!<br />
<strong>20.</strong> Não me chameis mais Noêmi, replicou ela, mas chamai-me Mara; porque o Todo-poderoso me encheu de amargura.<br />
<strong>21.</strong> Parti com as mãos cheias, e o Senhor fez-me voltar com as mãos vazias. Por que me chamais Noêmi, se o Senhor se declarou contra mim e o Onipotente me inundou de aflição?<br />
<strong>22.</strong> Foi assim que voltaram dos campos de Moab, Noêmi e sua nora Rute, a moabita. Chegaram a Belém quando se começava a segar a cevada.</p>
<p><a name="2"> </a><br />
<strong>Capítulo 2</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Noêmi tinha um parente, por parte de seu marido, homem poderoso e rico da família de Elimelec, chamado Booz.<br />
<strong>2.</strong> Rute, a moabita, disse a Noêmi: Peço-te que me deixes ir respigar nos campos de quem me quiser acolher favoravelmente. Vai, minha filha, respondeu-lhe ela.<br />
<strong>3.</strong> Rute partiu, pois, e entrou num campo, atrás dos segadores. Ora, aconteceu que aquele era justamente o campo de Booz, parente de Elimelec.<br />
<strong>4.</strong> Booz acabava de voltar de Belém, e disse aos segadores: O Senhor esteja convosco! Deus te abençoe, responderam eles.<br />
<strong>5.</strong> Booz dirigiu-se ao servo que tomava conta dos segadores: De quem é esta moça?<br />
<strong>6.</strong> Esta é uma jovem moabita, respondeu ele, que veio com Noêmi da terra de Moab.<br />
<strong>7.</strong> Pediu-nos que a deixássemos respigar entre os feixes de trigo e apanhar as espigas atrás dos segadores. Está, aí, sempre de pé, desde a manhã até agora. Neste momento ela descansa um pouco sob a tenda.<br />
<strong>8.</strong> Booz disse a Rute: Ouve, minha filha: não vás respigar em outro campo; não te afastes daqui, mas junta-te com minhas servas.<br />
<strong>9.</strong> Olha em que campo vão ceifar, e segue-as. Proibi aos meus servos que te molestassem. Se tiveres sede, vai à bilha e bebe da água que eles tiverem buscado.<br />
<strong>10.</strong> Rute, caindo aos seus pés, prostrou-se por terra: De onde me vem a dita, disse ela, de que te interesses por mim, uma estrangeira?<br />
<strong>11.</strong> Contaram-me, replicou Booz, tudo o que fizeste por tua sogra depois que morreu o teu marido, como deixaste teu pai, tua mãe e a tua pátria, e vieste para um povo que antes não conhecias.<br />
<strong>12.</strong> O Senhor te remunere pelo bem que fizeste, e recebas uma plena recompensa do Senhor, Deus de Israel, sob cujas asas te acolheste!<br />
<strong>13.</strong> Ela respondeu: Encontre eu graça diante dos teus olhos, meu senhor, pois me consolaste e encorajaste a tua serva, ainda que eu não seja como uma de tuas escravas.<br />
<strong>14.</strong> À hora de comer, Booz disse-lhe: Vem, come tua parte do pão, e molha o teu bocado no vinagre. Ela assentou-se ao lado dos segadores, e Booz ofereceu-lhe grão torrado; ela comeu até ficar satisfeita e guardou o resto. Levantou-se em seguida e recomeçou a respigar.<br />
<strong>15.</strong> Booz disse aos seus servos: Deixai-a respigar mesmo entre os feixes e não a molesteis.<br />
<strong>16.</strong> Deixai cair de vossos feixes, como por descuido, algumas espigas, e deixai-as para que ela as apanhe; sobretudo, não a censurais de forma alguma.<br />
<strong>17.</strong> Rute esteve, pois, respigando no campo até a tarde; tendo depois batido as espigas que tinha colhido, encontrou quase um efá de cevada.<br />
<strong>18.</strong> Carregando a cevada, entrou na cidade, e sua sogra viu o que ela tinha colhido. Rute tirou então o que lhe sobrou de seu almoço e deu-lho.<br />
<strong>19.</strong> Onde respigaste hoje?, perguntou-lhe Noêmi; onde trabalhaste? Bendito seja quem te acolheu! Ela contou à sua sogra em que propriedade tinha trabalhado. O homem, disse ela, em cuja terra trabalhei hoje, chama-se Booz.<br />
<strong>20.</strong> Bendito seja ele do Senhor, respondeu Noêmi, porque mostrou-se misericordioso tanto para com os vivos como para com os mortos. E acrescentou: Esse homem é nosso próximo parente, um dos que têm direito de resgate sobre nós.<br />
<strong>21.</strong> Ele disse-me também, continuou Rute, a moabita, que ficasse com os seus servos até que se acabasse toda a ceifa.<br />
<strong>22.</strong> Noêmi respondeu-lhe: É melhor, minha filha que sigas as suas servas, e que não te encontrem noutro campo.<br />
<strong>23.</strong> Ela ficou, pois, com as servas de Booz, respigando até ao fim da ceifa da cevada e do trigo. E morava com a sua sogra.</p>
<p><a name="3"> </a><br />
<strong>Capítulo 3</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Noêmi, sua sogra disse-lhe: Minha filha, é preciso que eu te assegure uma existência tranqüila, para que sejas feliz.<br />
<strong>2.</strong> Este Booz, nosso parente, cujas servas seguiste, deverá joeirar esta tarde a cevada de sua eira.<br />
<strong>3.</strong> Lava-te, unge-te, põe tuas melhores vestes e desce à eira, mas não te deixes reconhecer por ele antes que ele tenha acabado de comer.<br />
<strong>4.</strong> Quando for dormir, observa o lugar em que dorme. Entra, então, levanta a cobertura de seus pés e deita-te; ele mesmo te dirá o que deves fazer.<br />
<strong>5.</strong> Farei, disse ela, tudo o que me indicas.<br />
<strong>6.</strong> Ela desceu à eira e fez tudo o que sua sogra lhe tinha recomendado.<br />
<strong>7.</strong> Booz comeu e bebeu, e o seu coração tornou-se alegre; depois disso, foi e deitou-se junto de um monte de feixes. Rute aproximou-se de mansinho, afastou a cobertura de seus pés e deitou-se também.<br />
<strong>8.</strong> Pelo meio da noite o homem despertou espavorido; voltou-se e viu uma mulher deitada a seus pés.<br />
<strong>9.</strong> Quem és tu?, disse-lhe ele. Eu sou Rute, tua serva, respondeu ela. Estende o teu manto sobre a tua serva, porque tens o direito de resgate.<br />
<strong>10.</strong> Ele disse: Deus te abençoe, minha filha. Esta tua última bondade vale mais que a primeira, porque não buscaste jovens, pobres ou ricos.<br />
<strong>11.</strong> Agora, minha filha, não temas; tudo o que disseres eu te farei, porque todos em Belém sabem que és uma mulher virtuosa.<br />
<strong>12.</strong> Tenho, realmente, o direito de resgate, mas há outro mais próximo parente do que eu.<br />
<strong>13.</strong> Passa aqui esta noite. Amanhã, se ele quiser usar de seu direito de resgate sobre ti, está bem, que o faça; do contrário, eu o farei; juro pelo Senhor! Dorme, pois até pela manhã.<br />
<strong>14.</strong> Ela ficou deitada aos seus pés até de madrugada; e levantou-se quando ainda não se podiam distinguir as pessoas. Booz tinha dito: Não é bom que se saiba ter este mulher entrado na eira&#8230;<br />
<strong>15.</strong> E acrescentou: Estende o manto que tens sobre ti e segura-o. Ela estendeu-o e Booz encheu-o com seis medidas de cevada, que lhe pôs às costas. Em seguida entrou na cidade.<br />
<strong>16.</strong> Rute voltou para junto de sua sogra, que lhe disse: Como vais, minha filha? Rute contou-lhe então tudo o que aquele homem fizera por ela. E acrescentou:<br />
<strong>17.</strong> Ele deu-me estas seis medidas de cevada, dizendo-me: Não voltarás com as mãos vazias para a tua sogra.<br />
<strong>18.</strong> Espera, minha filha, retomou Noêmi, até sabermos como vai terminar tudo isto. Esse homem não descansará enquanto não tiver resolvido esse assunto, e o fará hoje mesmo.</p>
<p><a name="4"> </a><br />
<strong>Capítulo 4</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Foi Booz à porta da cidade e sentou-se ali. Vendo passar o homem que tinha o direito de resgate, do qual falara, chamou-o e disse-lhe: Vem cá um pouco; senta-te aqui. O homem veio sentou-se.<br />
<strong>2.</strong> Escolhendo então Booz dez homens dentre os anciãos da cidade, disse-lhes: Sentai-vos aqui.<br />
<strong>3.</strong> Estando eles sentados, Booz dirigiu-se ao parente próximo, falando-lhe neste termos. Noêmi, que voltou da terra de Moab, está para vender a parte no campo que pertencia ao nosso parente Elimelec.<br />
<strong>4.</strong> Eu quis informar-te disto e propor-te que a compres diante dos anciãos do meu povo aqui presentes. Se queres usar do teu direito de resgate, faze-o; do contrário, dize-mo, para que eu saiba o que devo fazer, porque vens em primeiro lugar, mas depois de ti é a mim que cabe esse direito. Eu quero usar do meu direito, respondeu o homem.<br />
<strong>5.</strong> Comprando essa terra da mão de Noêmi, continuou Booz, adquires ao mesmo tempo Rute, a moabita, mulher do defunto para conservar o nome do defunto, em sua herança.<br />
<strong>6.</strong> Nesse caso, respondeu aquele homem, não a posso resgatar por minha própria conta, porque isto viria prejudicar o meu patrimônio. Usa tu do meu privilégio, porque não o posso fazer.<br />
<strong>7.</strong> Era outrora costume em Israel, nos casos de resgate ou de sub-rogação, que o homem tirasse o calçado e o desse ao outro para validade da transação; isso servia de ratificação.<br />
<strong>8.</strong> O parente próximo disse, pois, a Booz: Compra-a para ti, e tirou o calçado.<br />
<strong>9.</strong> Booz disse aos anciãos e a todo o povo: Vós sois hoje testemunhas de que comprei da mão de Noêmi tudo o que pertencia a Elimelec, a Quelion e a Maalon.<br />
<strong>10.</strong> Com isto adquiro ao mesmo tempo Rute, a moabita, por mulher, viúva de Maalon, para conservar o nome do defunto em sua herança, e para que esse nome não se apague de entre os seus parentes e no povo da cidade. Disso sois hoje testemunhas.<br />
<strong>11.</strong> Então todo o povo que estava na porta e todos os anciãos responderam: Somos testemunhas! O Senhor torne essa mulher que entra na tua casa semelhante a Raquel e a Lia, que fundaram a casa de Israel! Sê feliz em Efrata, adquire um nome em Belém!<br />
<strong>12.</strong> Que a tua casa se torne como a casa de Farés, que Tamar deu à luz a Judá, pela posteridade que te der o Senhor por esta jovem.<br />
<strong>13.</strong> Booz tomou, pois, Rute, que se tornou sua mulher. Aproximou-se dela, e o Senhor concedeu-lhe a graça de conceber e dar à luz um filho.<br />
<strong>14.</strong> As mulheres diziam a Noêmi: Bendito seja Deus, que não te recusou um libertador neste dia. Que o teu nome seja um dia célebre em Israel!<br />
<strong>15.</strong> Ele te dará a vida e será o sustentáculo de tua velhice, porque tua nora, aquela que o gerou é que te ama e é para ti mais preciosa que sete filhos!<br />
<strong>16.</strong> Noêmi, tomando o menino, pô-lo no seu regaço, e fazia-lhe as vezes de ama.<br />
<strong>17.</strong> Suas vizinhas deram-lhe nome, dizendo: Nasceu um filho a Noêmi. E chamaram ao menino Obed. Este foi pai de Isaí e avô de Davi.<br />
<strong>18.</strong> Esta é a posteridade de Farés: Farés gerou Esron;<br />
<strong>19.</strong> Esron gerou Rão; Rão gerou Aminadab;<br />
<strong>20.</strong> Aminadab gerou Naasson; Naasson gerou Salmon;<br />
<strong>21.</strong> Salmon gerou Booz; Booz gerou Obed;<br />
<strong>22.</strong> Obed gerou Isaí; Isaí gerou Davi.</p>
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