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	<title>PEDROALTINO.COM.BR &#187; Apocalípse</title>
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	<description>Temas católicos, Liturgia diária, Salmos, Santos do dia, Mandamentos...</description>
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		<title>Apocalípse</title>
		<link>http://www.pedroaltino.com.br/blog/2009/08/apocalipse-4/</link>
		<comments>http://www.pedroaltino.com.br/blog/2009/08/apocalipse-4/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 23:48:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Altino de Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apocalípse]]></category>

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		<description><![CDATA[ Apocalípse
Capítulo 1
1. Revelação de Jesus Cristo, que lhe foi confiada por Deus para manifestar aos seus servos o que deve acontecer em breve. Ele, por sua vez, por intermédio de seu anjo, comunicou ao seu servo João,
2. o qual atesta, como palavra de Deus, o testemunho de Jesus Cristo e tudo o que viu.
3. Feliz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span><a name="1"> </a>Apocalípse<br />
<strong>Capítulo 1</strong></span></div>
<p><span><strong>1.</strong> Revelação de Jesus Cristo, que lhe foi confiada por Deus para manifestar aos seus servos o que deve acontecer em breve. Ele, por sua vez, por intermédio de seu anjo, comunicou ao seu servo João,<br />
<strong>2.</strong> o qual atesta, como palavra de Deus, o testemunho de Jesus Cristo e tudo o que viu.<br />
<strong>3.</strong> Feliz o leitor e os ouvintes se observarem as coisas nela escritas, porque o tempo está próximo.<br />
<strong>4.</strong> João às sete igrejas que estão na Ásia: a vós, graça e paz da parte daquele que é, que era e que vem da parte dos sete Espíritos que estão diante do seu trono<br />
<strong>5.</strong> e da parte de Jesus Cristo, testemunha fiel, primogênito dentre os mortos e soberano dos reis da terra. Àquele que nos ama, que nos lavou de nossos pecados no seu sangue<br />
<strong>6.</strong> e que fez de nós um reino de sacerdotes para Deus e seu Pai, glória e poder pelos séculos dos séculos! Amém.<br />
<strong>7.</strong> Ei-lo que vem com as nuvens. Todos os olhos o verão, mesmo aqueles que o traspassaram. Por sua causa, hão de lamentar-se todas as raças da terra. Sim. Amém.<br />
<strong>8.</strong> Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que vem, o Dominador.<br />
<strong>9.</strong> Eu, João, vosso irmão e companheiro nas tribulações, na realeza e na paciência em união com Jesus, estava na ilha de Patmos por causa da palavra de Deus e do testemunho de Jesus.<br />
<strong>10.</strong> Num domingo, fui arrebatado em êxtase, e ouvi, por trás de mim, voz forte como de trombeta,<br />
<strong>11.</strong> que dizia: O que vês, escreve-o num livro e manda-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia.<br />
<strong>12.</strong> Voltei-me para saber que voz falava comigo. Tendo-me voltado, vi sete candelabros de ouro<br />
<strong>13.</strong> e, no meio dos candelabros, alguém semelhante ao Filho do Homem, vestindo longa túnica até os pés, cingido o peito por um cinto de ouro.<br />
<strong>14.</strong> Tinha ele cabeça e cabelos brancos como lã cor de neve. Seus olhos eram como chamas de fogo.<br />
<strong>15.</strong> Seus pés se pareciam ao bronze fino incandescido na fornalha. Sua voz era como o ruído de muitas águas.<br />
<strong>16.</strong> Segurava na mão direita sete estrelas. De sua boca saía uma espada afiada, de dois gumes. O seu rosto se assemelhava ao sol, quando brilha com toda a força.<br />
<strong>17.</strong> Ao vê-lo, caí como morto aos seus pés. Ele, porém, pôs sobre mim sua mão direita e disse: Não temas! Eu sou o Primeiro e o Último, e o que vive.<br />
<strong>18.</strong> Pois estive morto, e eis-me de novo vivo pelos séculos dos séculos; tenho as chaves da morte e da região dos mortos.<br />
<strong>19.</strong> Escreve, pois, o que viste, tanto as coisas atuais como as futuras.<br />
<strong>20.</strong> Eis o simbolismo das sete estrelas que viste na minha mão direita e dos sete candelabros de ouro: as sete estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candelabros, as sete igrejas.</p>
<p><a name="2"> </a><br />
<strong>Capítulo 2</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Ao anjo da igreja de Éfeso, escreve: Eis o que diz aquele que segura as sete estrelas na sua mão direita, aquele que anda pelo meio dos sete candelabros de ouro.<br />
<strong>2.</strong> Conheço tuas obras, teu trabalho e tua paciência: não podes suportar os maus, puseste à prova os que se dizem apóstolos e não o são e os achaste mentirosos.<br />
<strong>3.</strong> Tens perseverança, sofreste pelo meu nome e não desanimaste.<br />
<strong>4.</strong> Mas tenho contra ti que arrefeceste o teu primeiro amor.<br />
<strong>5.</strong> Lembra-te, pois, donde caíste. Arrepende-te e retorna às tuas primeiras obras. Senão, virei a ti e removerei o teu candelabro do seu lugar, caso não te arrependas.<br />
<strong>6.</strong> Mas isto tens de bem: detestas as obras dos nicolaítas, como eu as detesto.<br />
<strong>7.</strong> Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor darei de comer (do fruto) da árvore da vida, que se acha no paraíso de Deus.<br />
<strong>8.</strong> Ao anjo da igreja de Esmirna, escreve: Eis o que diz o Primeiro e o Último, que foi morto e retomou a vida.<br />
<strong>9.</strong> Eu conheço a tua angústia e a tua pobreza &#8211; ainda que sejas rico &#8211; e também as difamações daqueles que se dizem judeus e não o são; são apenas uma sinagoga de Satanás.<br />
<strong>10.</strong> Nada temas ante o que hás de sofrer. Por estes dias o demônio vai lançar alguns de vós na prisão, para pôr-vos à prova. Tereis tribulações durante dez dias. Sê fiel até a morte e te darei a coroa da vida.<br />
<strong>11.</strong> Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O vencedor não sofrerá dano algum da segunda morte.<br />
<strong>12.</strong> Ao anjo da igreja de Pérgamo, escreve: Eis o que diz aquele que tem a espada afiada de dois gumes.<br />
<strong>13.</strong> Sei onde habitas: aí se acha o trono de Satanás. Mas tu te apegas firmemente ao meu nome e não renegaste a minha fé, mesmo naqueles dias em que minha fiel testemunha Antipas foi morto entre vós, onde Satanás habita.<br />
<strong>14.</strong> Todavia, tenho alguma coisa contra ti: é que tens aí sequazes da doutrina de Balaão, o qual ensinou Balac a fazer tropeçar os filhos de Israel, para levá-los a comer carne imolada aos ídolos e praticar imundícies.<br />
<strong>15.</strong> Tens também sequazes da doutrina dos nicolaítas.<br />
<strong>16.</strong> Arrepende-te, pois; senão virei em breve a ti e combaterei contra eles com a espada da minha boca.<br />
<strong>17.</strong> Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor darei o maná escondido e lhe entregarei uma pedra branca, na qual está escrito um nome novo que ninguém conhece, senão aquele que o receber.<br />
<strong>18.</strong> Ao anjo da igreja de Tiatira, escreve: Eis o que diz o Filho de Deus, que tem os olhos como chamas de fogo e os pés semelhantes ao fino bronze.<br />
<strong>19.</strong> Conheço tuas obras, teu amor, tua fidelidade, tua generosidade, tua paciência e persistência; e as tuas últimas obras, que excedem as primeiras.<br />
<strong>20.</strong> Mas tenho contra ti que permites a Jezabel, mulher que se diz profetisa, seduzir meus servos e ensinar-lhes a praticar imundícies e comer carne imolada aos ídolos.<br />
<strong>21.</strong> Eu lhe dei tempo para arrepender-se, mas não quer arrepender-se de suas imundícies.<br />
<strong>22.</strong> Desta vez a lançarei num leito, e com ela os cúmplices de seus adultérios para aí sofrerem muito, se não se arrependerem das suas obras.<br />
<strong>23.</strong> Farei perecer pela peste os seus filhos, e todas as igrejas hão de saber que eu sou aquele que sonda os rins e os corações, porque darei a cada um de vós segundo as suas obras.<br />
<strong>24.</strong> A vós, porém, e aos demais de Tiatira que não seguis esta doutrina e não conheceis (como dizem) as profundezas de Satanás, não imporei outro fardo.<br />
<strong>25.</strong> Mas guardai o que tendes até que eu venha.<br />
<strong>26.</strong> Então ao vencedor, ao que praticar minhas obras até o fim, dar-lhe-ei poder sobre as nações pagãs.<br />
<strong>27.</strong> Ele as regerá com cetro de ferro, como se quebra um vaso de argila,<br />
<strong>28.</strong> assim como eu mesmo recebi o poder de meu Pai; e dar-lhe-ei a Estrela da manhã.<br />
<strong>29.</strong> Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.</p>
<p><a name="3"> </a><br />
<strong>Capítulo 3</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Ao anjo da igreja de Sardes, escreve: Eis o que diz aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas. Conheço as tuas obras: és considerado vivo, mas estás morto.<br />
<strong>2.</strong> Sê vigilante e consolida o resto que ia morrer, pois não achei tuas obras perfeitas diante de meu Deus.<br />
<strong>3.</strong> Lembra-te de como recebeste e ouviste a doutrina. Observa-a e arrepende-te. Se não vigiares, virei a ti como um ladrão, e não saberás a que horas te surpreenderei.<br />
<strong>4.</strong> Todavia, tens em Sardes algumas pessoas que não contaminaram suas vestes; andarão comigo vestidas de branco, porque o merecem.<br />
<strong>5.</strong> O vencedor será assim revestido de vestes brancas. Jamais apagarei o seu nome do livro da vida, e o proclamarei diante do meu Pai e dos seus anjos.<br />
<strong>6.</strong> Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.<br />
<strong>7.</strong> Ao anjo da igreja de Filadélfia, escreve: Eis o que diz o Santo e o Verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi &#8211; que abre e ninguém pode fechar; que fecha e ninguém pode abrir.<br />
<strong>8.</strong> Conheço as tuas obras: eu pus diante de ti uma porta aberta, que ninguém pode fechar; porque, apesar de tua fraqueza, guardaste a minha palavra e não renegaste o meu nome.<br />
<strong>9.</strong> Eu te entrego adeptos da sinagoga de Satanás, desses que se dizem judeus, e não o são, mas mentem. Eis que os farei vir prostrar-se aos teus pés e reconhecerão que eu te amo.<br />
<strong>10.</strong> Porque guardaste a palavra de minha paciência, também eu te guardarei da hora da provação, que está para sobrevir ao mundo inteiro, para provar os habitantes da terra.<br />
<strong>11.</strong> Venho em breve. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.<br />
<strong>12.</strong> Farei do vencedor uma coluna no templo de meu Deus, de onde jamais sairá, e escreverei sobre ele o nome de meu Deus, e o nome da cidade de meu Deus, a nova Jerusalém, que desce dos céus enviada por meu Deus, assim como o meu nome novo.<br />
<strong>13.</strong> Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.<br />
<strong>14.</strong> Ao anjo da igreja de Laodicéia, escreve: Eis o que diz o Amém, a Testemunha fiel e verdadeira, o Princípio da criação de Deus.<br />
<strong>15.</strong> Conheço as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente!<br />
<strong>16.</strong> Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te.<br />
<strong>17.</strong> Pois dizes: Sou rico, faço bons negócios, de nada necessito &#8211; e não sabes que és infeliz, miserável, pobre, cego e nu.<br />
<strong>18.</strong> Aconselho-te que compres de mim ouro provado ao fogo, para ficares rico; roupas alvas para te vestires, a fim de que não apareça a vergonha de tua nudez; e um colírio para ungir os olhos, de modo que possas ver claro.<br />
<strong>19.</strong> Eu repreendo e castigo aqueles que amo. Reanima, pois, o teu zelo e arrepende-te.<br />
<strong>20.</strong> Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e me abrir a porta, entrarei em sua casa e cearemos, eu com ele e ele comigo.<br />
<strong>21.</strong> Ao vencedor concederei assentar-se comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono.<br />
<strong>22.</strong> Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.</p>
<p><a name="4"> </a><br />
<strong>Capítulo 4</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Depois disso, tive uma visão: vi uma porta aberta no céu, e a voz que falara comigo, como uma trombeta, dizia: Sobe aqui e mostrar-te-ei o que está para acontecer depois disso.<br />
<strong>2.</strong> Imediatamente, fui arrebatado em espírito; no céu havia um trono, e nesse trono estava sentado um Ser.<br />
<strong>3.</strong> E quem estava sentado assemelhava-se pelo aspecto a uma pedra de jaspe e de sardônica. Um halo, semelhante à esmeralda, nimbava o trono.<br />
<strong>4.</strong> Ao redor havia vinte e quatro tronos, e neles, sentados, vinte e quatro Anciãos vestidos de vestes brancas e com coroas de ouro na cabeça.<br />
<strong>5.</strong> Do trono saíam relâmpagos, vozes e trovões. Diante do trono ardiam sete tochas de fogo, que são os sete Espíritos de Deus.<br />
<strong>6.</strong> Havia ainda diante do trono um mar límpido como cristal. Diante do trono e ao redor, quatro Animais vivos cheios de olhos na frente e atrás.<br />
<strong>7.</strong> O primeiro animal vivo assemelhava-se a um leão; o segundo, a um touro; o terceiro tinha um rosto como o de um homem; e o quarto era semelhante a uma águia em pleno vôo.<br />
<strong>8.</strong> Estes Animais tinham cada um seis asas cobertas de olhos por dentro e por fora. Não cessavam de clamar dia e noite: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Dominador, o que é, o que era e o que deve voltar.<br />
<strong>9.</strong> E cada vez que aqueles Animais rendiam glória, honra e ação de graças àquele que vive pelos séculos dos séculos,<br />
<strong>10.</strong> os vinte e quatro Anciãos inclinavam-se profundamente diante daquele que estava no trono e prostravam-se diante daquele que vive pelos séculos dos séculos, e depunham suas coroas diante do trono, dizendo:<br />
<strong>11.</strong> Tu és digno Senhor, nosso Deus, de receber a honra, a glória e a majestade, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade é que existem e foram criadas.</p>
<p><a name="5"> </a><br />
<strong>Capítulo 5</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Eu vi também, na mão direita do que estava assentado no trono, um livro escrito por dentro e por fora, selado com sete selos.<br />
<strong>2.</strong> Vi então um anjo vigoroso, que clamava em alta voz: Quem é digno de abrir o livro e desatar os seus selos?<br />
<strong>3.</strong> Mas ninguém, nem no céu, nem na terra, nem debaixo da terra, podia abrir o livro ou examiná-lo.<br />
<strong>4.</strong> Eu chorava muito, porque ninguém fora achado digno de abrir o livro e examiná-lo.<br />
<strong>5.</strong> Então um dos Anciãos me falou: Não chores! O Leão da tribo de Judá, o descendente de Davi achou meio de abrir o livro e os sete selos.<br />
<strong>6.</strong> Eu vi no meio do trono, dos quatro Animais e no meio dos Anciãos um Cordeiro de pé, como que imolado. Tinha ele sete chifres e sete olhos (que são os sete Espíritos de Deus, enviados por toda a terra).<br />
<strong>7.</strong> Veio e recebeu o livro da mão direita do que se assentava no trono.<br />
<strong>8.</strong> Quando recebeu o livro, os quatro Animais e os vinte e quatro Anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo cada um uma cítara e taças de ouro cheias de perfume (que são as orações dos santos).<br />
<strong>9.</strong> Cantavam um cântico novo, dizendo: Tu és digno de receber o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste imolado e resgataste para Deus, ao preço de teu sangue, homens de toda tribo, língua, povo e raça;<br />
<strong>10.</strong> e deles fizeste para nosso Deus um reino de sacerdotes, que reinam sobre a terra.<br />
<strong>11.</strong> Na minha visão ouvi também, ao redor do trono, dos Animais e dos Anciãos, a voz de muitos anjos, em número de miríades de miríades e de milhares de milhares,<br />
<strong>12.</strong> bradando em alta voz: Digno é o Cordeiro imolado de receber o poder, a riqueza, a sabedoria, a força, a glória, a honra e o louvor.<br />
<strong>13.</strong> E todas as criaturas que estão no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, e tudo que contêm, eu as ouvi clamar: Àquele que se assenta no trono e ao Cordeiro, louvor, honra, glória e poder pelos séculos dos séculos.<br />
<strong>14.</strong> E os quatro Animais diziam: Amém! Os Anciãos prostravam-se e adoravam.</p>
<p><a name="6"> </a><br />
<strong>Capítulo 6</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Depois, vi o Cordeiro abrir o primeiro selo e ouvi um dos quatro Animais clamar com voz de trovão: Vem!<br />
<strong>2.</strong> Vi aparecer então um cavalo branco. O seu cavaleiro tinha um arco; foi-lhe dada uma coroa e ele partiu como vencedor para tornar a vencer.<br />
<strong>3.</strong> Quando abriu o segundo selo, ouvi o segundo animal clamar: Vem!<br />
<strong>4.</strong> Partiu então outro cavalo, vermelho. Ao que o montava foi dado tirar a paz da terra, de modo que os homens se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.<br />
<strong>5.</strong> Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro animal clamar: Vem! E vi aparecer um cavalo preto. Seu cavaleiro tinha uma balança na mão.<br />
<strong>6.</strong> Ouvi então como que uma voz clamar no meio dos quatro Animais: Uma medida de trigo por um denário, e três medidas de cevada por um denário; mas não danifiques o azeite e o vinho!<br />
<strong>7.</strong> Quando abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto animal, que clamava: Vem!<br />
<strong>8.</strong> E vi aparecer um cavalo esverdeado. Seu cavaleiro tinha por nome Morte; e a região dos mortos o seguia. Foi-lhe dado poder sobre a quarta parte da terra, para matar pela espada, pela fome, pela peste e pelas feras.<br />
<strong>9.</strong> Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos homens imolados por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho de que eram depositários.<br />
<strong>10.</strong> E clamavam em alta voz, dizendo: Até quando tu, que és o Senhor, o Santo, o Verdadeiro, ficarás sem fazer justiça e sem vingar o nosso sangue contra os habitantes da terra?<br />
<strong>11.</strong> Foi então dada a cada um deles uma veste branca, e foi-lhes dito que aguardassem ainda um pouco, até que se completasse o número dos companheiros de serviço e irmãos que estavam com eles para ser mortos.<br />
<strong>12.</strong> Depois vi o Cordeiro abrir o sexto selo; e sobreveio então um grande terremoto. O sol se escureceu como um tecido de crina, a lua tornou-se toda vermelha como sangue<br />
<strong>13.</strong> e as estrelas do céu caíram na terra, como frutos verdes que caem da figueira agitada por forte ventania.<br />
<strong>14.</strong> O céu desapareceu como um pedaço de papiro que se enrola e todos os montes e ilhas foram tirados dos seus lugares.<br />
<strong>15.</strong> Então os reis da terra, os grandes, os chefes, os ricos, os poderosos, todos, tanto escravos como livres, esconderam-se nas cavernas e grutas das montanhas.<br />
<strong>16.</strong> E diziam às montanhas e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que está sentado no trono e da ira do Cordeiro,<br />
<strong>17.</strong> porque chegou o Grande Dia da sua ira, e quem poderá subsistir?</p>
<p><a name="7"> </a><br />
<strong>Capítulo 7</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Depois disso, vi quatro Anjos que se conservavam em pé nos quatro cantos da terra, detendo os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, sobre o mar ou sobre árvore alguma.<br />
<strong>2.</strong> Vi ainda outro anjo subir do oriente; trazia o selo de Deus vivo, e pôs-se a clamar com voz retumbante aos quatro Anjos, aos quais fora dado danificar a terra e o mar, dizendo:<br />
<strong>3.</strong> Não danifiqueis a terra, nem o mar, nem as árvores, até que tenhamos assinalado os servos de nosso Deus em suas frontes.<br />
<strong>4.</strong> Ouvi então o número dos assinalados: cento e quarenta e quatro mil assinalados, de toda tribo dos filhos de Israel;<br />
<strong>5.</strong> da tribo de Judá, doze mil assinalados; da tribo de Rubem, doze mil;<br />
da tribo de Gad, doze mil;<br />
<strong>6.</strong> da tribo de Aser, doze mil; da tribo de Neftali, doze mil; da tribo de Manassés, doze mil;<br />
<strong>7.</strong> da tribo de Simeão, doze mil; da tribo de Levi, doze mil; da tribo de Issacar, doze mil;<br />
<strong>8.</strong> da tribo de Zabulon, doze mil; da tribo de José, doze mil; da tribo de Benjamim, doze mil assinalados.<br />
<strong>9.</strong> Depois disso, vi uma grande multidão que ninguém podia contar, de toda nação, tribo, povo e língua: conservavam-se em pé diante do trono e diante do Cordeiro, de vestes brancas e palmas na mão,<br />
<strong>10.</strong> e bradavam em alta voz: A salvação é obra de nosso Deus, que está assentado no trono, e do Cordeiro.<br />
<strong>11.</strong> E todos os Anjos estavam ao redor do trono, dos Anciãos e dos quatro Animais; prostravam-se de face em terra diante do trono e adoravam a Deus, dizendo:<br />
<strong>12.</strong> Amém, louvor, glória, sabedoria, ação de graças, honra, poder e força ao nosso Deus pelos séculos dos séculos! Amém.<br />
<strong>13.</strong> Então um dos Anciãos falou comigo e perguntou-me: Esses, que estão revestidos de vestes brancas, quem são e de onde vêm?<br />
<strong>14.</strong> Respondi-lhe: Meu Senhor, tu o sabes. E ele me disse: Esses são os sobreviventes da grande tribulação; lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro.<br />
<strong>15.</strong> Por isso, estão diante do trono de Deus e o servem, dia e noite, no seu templo. Aquele que está sentado no trono os abrigará em sua tenda. Já não terão fome, nem sede, nem o sol ou calor algum os abrasará,<br />
<strong>16.</strong> porque o Cordeiro, que está no meio do trono, será o seu pastor e os levará às fontes das águas vivas; e Deus enxugará toda lágrima de seus olhos.</p>
<p><a name="8"> </a><br />
<strong>Capítulo 8</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Quando, enfim, abriu o sétimo selo, fez-se silêncio no céu cerca de meia hora.<br />
<strong>2.</strong> Eu vi os sete Anjos que assistem diante de Deus. Foram-lhes dadas sete trombetas.<br />
<strong>3.</strong> Adiantou-se outro anjo e pôs-se junto ao altar, com um turíbulo de ouro na mão. Foram-lhe dados muitos perfumes, para que os oferecesse com as orações de todos os santos no altar de ouro, que está adiante do trono.<br />
<strong>4.</strong> A fumaça dos perfumes subiu da mão do anjo com as orações dos santos, diante de Deus.<br />
<strong>5.</strong> Depois disso, o anjo tomou o turíbulo, encheu-o de brasas do altar e lançou-o por terra; e houve trovões, vozes, relâmpagos e terremotos.<br />
<strong>6.</strong> Então os sete Anjos, que tinham as trombetas, prepararam-se para tocar.<br />
<strong>7.</strong> O primeiro anjo tocou. Saraiva e fogo, misturados com sangue, foram lançados à terra; e queimou-se uma terça parte da terra, uma terça parte das árvores e toda erva verde.<br />
<strong>8.</strong> O segundo anjo tocou. Caiu então no mar como que grande montanha, ardendo em fogo, e transformou-se em sangue uma terça parte do mar,<br />
<strong>9.</strong> morreu uma terça parte das criaturas que estavam no mar e pereceu uma terça parte dos navios.<br />
<strong>10.</strong> O terceiro anjo tocou a trombeta. Caiu então do céu uma grande estrela a arder como um facho; caiu sobre a terça parte dos rios e sobre as fontes.<br />
<strong>11.</strong> O nome da estrela era Absinto. Assim, uma terça parte das águas transformou-se em absinto e muitos homens morreram por ter bebido dessas águas envenenadas.<br />
<strong>12.</strong> O quarto anjo tocou. Foi atingida então uma terça parte do sol, da lua e das estrelas, de modo que se obscureceram em um terço; e o dia perdeu um terço da claridade, bem como a noite.<br />
<strong>13.</strong> A esta altura de minha visão, eu ouvi uma águia que voava pelo meio dos céus, clamando em alta voz: Ai, ai, ai dos habitantes da terra, por causa dos restantes sons das trombetas dos três Anjos que ainda vão tocar.</p>
<p><a name="9"> </a><br />
<strong>Capítulo 9</strong></p>
<p><strong>1.</strong> O quinto anjo tocou a trombeta. Vi então uma estrela cair do céu na terra, e foi-lhe dada a chave do poço do abismo;<br />
<strong>2.</strong> ela o abriu e saiu do poço uma fumaça como a de uma grande fornalha. O sol e o ar obscureceram-se com a fumaça do poço.<br />
<strong>3.</strong> Da fumaça saíram gafanhotos pela terra, e foi-lhes dado poder semelhante ao dos escorpiões da terra.<br />
<strong>4.</strong> Mas foi-lhes dito que não causassem dano à erva, verdura, ou árvore alguma, mas somente aos homens que não têm o selo de Deus na fronte.<br />
<strong>5.</strong> Foi-lhes ordenado que não os matassem, mas os afligissem por cinco meses. Seu tormento era como o da picada do escorpião.<br />
<strong>6.</strong> Naqueles dias, os homens buscarão a morte e não a conseguirão; desejarão morrer, e a morte fugirá deles.<br />
<strong>7.</strong> O aspecto desses gafanhotos era o de cavalos aparelhados para a guerra. Nas suas cabeças havia uma espécie de coroa com reflexos dourados. Seus rostos eram como rostos de homem,<br />
<strong>8.</strong> seus cabelos como os de mulher e seus dentes, como os dentes de leão.<br />
<strong>9.</strong> Seus tórax pareciam envoltos em ferro, e o ruído de suas asas era como o ruído de carros de muitos cavalos, correndo para a guerra.<br />
<strong>10.</strong> Tinham caudas semelhantes à do escorpião, com ferrões e o poder de afligir os homens por cinco meses.<br />
<strong>11.</strong> Têm eles por rei o anjo do abismo; chama-se em hebraico Abadon, e em grego, Apolion.<br />
<strong>12.</strong> Terminado assim o primeiro ai, eis que, depois dele, vêm ainda dois outros.<br />
<strong>13.</strong> O sexto anjo tocou a trombeta. Ouvi então uma voz que vinha dos quatro cantos do altar de ouro, que está diante de Deus,<br />
<strong>14.</strong> e que dizia ao sexto anjo que tinha a trombeta: Solta os quatro Anjos que estão acorrentados à beira do grande rio Eufrates.<br />
<strong>15.</strong> Então foram soltos os quatro Anjos que se conservavam preparados para a hora, o dia, o mês e o ano da matança da terça parte dos homens&#8230;<br />
<strong>16.</strong> O número de soldados desta cavalaria era de duzentos milhões. Eu ouvi o seu número.<br />
<strong>17.</strong> E foi assim que eu vi os cavalos e os que os montavam: estes últimos eram couraçados de uma chama sulfurosa azul. Os cavalos tinham crina como uma juba de leão e de suas narinas saíam fogo, fumaça e enxofre.<br />
<strong>18.</strong> E uma terça parte dos homens foi morta por esses três flagelos (fogo, fumaça e enxofre) que lhes saíam das narinas.<br />
<strong>19.</strong> Porque o poder nocivo dos cavalos estava também nas caudas; tinham cabeças como serpentes e causavam dano com elas.<br />
<strong>20.</strong> Mas o restante dos homens, que não foram mortos por esses três flagelos, não se arrependeu das obras de suas mãos. Não cessaram de adorar o demônio e os ídolos de ouro, de prata, de bronze, de pedra e de madeira, que não podem ver, nem ouvir, nem andar.<br />
<strong>21.</strong> Não se arrependeram de seus homicídios, seus malefícios, suas imundícies e furtos.</p>
<p><a name="10"> </a><br />
<strong>Capítulo 10</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Vi então outro anjo vigoroso descer do céu, revestido de uma nuvem e com o arco-íris em torno da cabeça. Seu rosto era como sol, e as suas pernas como colunas de fogo.<br />
<strong>2.</strong> Segurava na mão um pequeno livro aberto. Pôs o pé direito sobre o mar, o esquerdo sobre a terra<br />
<strong>3.</strong> e começou a clamar em alta voz, como um leão que ruge. Quando clamou, os sete trovões ressoaram.<br />
<strong>4.</strong> Quando cessaram de falar, dispunha-me a escrever, mas ouvi uma voz do<br />
céu que dizia: Sela o que falaram os sete trovões e não o escrevas.<br />
<strong>5.</strong> Então o anjo, que eu vira de pé sobre o mar e a terra, levantou a mão direita para o céu<br />
<strong>6.</strong> e jurou por aquele que vive pelos séculos dos séculos, que criou o céu e tudo o que há nele, a terra e tudo o que ela contém, o mar e tudo o que encerra, que não haveria mais tempo;<br />
<strong>7.</strong> mas nos dias em que soasse a trombeta do sétimo anjo, se cumpriria o mistério de Deus, de acordo com a boa nova que confiou a seus servos, os profetas.<br />
<strong>8.</strong> Então a voz que ouvi do céu falou-me de novo, e disse: Vai e toma o pequeno livro aberto da mão do anjo que está em pé sobre o mar e a terra.<br />
<strong>9.</strong> Fui eu, pois, ter com o anjo, dizendo-lhe que me desse o pequeno livro. E ele me disse: Toma e devora-o! Ele te será amargo nas entranhas, mas, na boca, doce como o mel.<br />
<strong>10.</strong> Tomei então o pequeno livro da mão do anjo e o comi. De fato, em minha boca tinha a doçura do mel, mas depois de o ter comido, amargou-me nas entranhas.<br />
<strong>11.</strong> Então foi-me explicado: Urge que ainda profetizes de novo a numerosas nações, povos, línguas e reis.</p>
<p><a name="11"> </a><br />
<strong>Capítulo 11</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Foi-me dada uma vara semelhante a uma vara de agrimensor, e disseram-me: Levanta-te! Mede o templo de Deus e o altar com seus adoradores.<br />
<strong>2.</strong> O átrio fora do templo, porém, deixa-o de lado e não o meças: foi dado aos gentios, que hão de calcar aos pés a Cidade Santa por quarenta e dois meses.<br />
<strong>3.</strong> Mas incumbirei às minhas duas testemunhas, vestidas de saco, de profetizarem por mil duzentos e sessenta dias.<br />
<strong>4.</strong> São eles as duas oliveiras e os dois candelabros que se mantêm diante do Senhor da terra.<br />
<strong>5.</strong> Se alguém lhes quiser causar dano, sairá fogo de suas bocas e devorará os inimigos. Com efeito, se alguém os quiser ferir, cumpre que assim seja morto.<br />
<strong>6.</strong> Esses homens têm o poder de fechar o céu para que não caia chuva durante os dias de sua profecia; têm poder sobre as águas, para transformá-las em sangue, e de ferir a terra, sempre que quiserem, com toda sorte de flagelos.<br />
<strong>7.</strong> Mas, depois de terem terminado integralmente o seu testemunho, a Fera que sobe do abismo lhes fará guerra, os vencerá e os matará.<br />
<strong>8.</strong> Seus cadáveres (jazerão) na rua da grande cidade que se chama espiritualmente Sodoma e Egito (onde o seu Senhor foi crucificado).<br />
<strong>9.</strong> Muitos dentre os povos, tribos, línguas e nações virão para vê-los por três dias e meio, e não permitirão que sejam sepultados.<br />
<strong>10.</strong> Os habitantes da terra alegrar-se-ão por causa deles, felicitar-se-ão mutuamente e mandarão presentes uns aos outros, porque esses dois profetas tinham sido seu tormento.<br />
<strong>11.</strong> Mas, depois de três dias e meio, um sopro de vida, vindo de Deus, os penetrou. Puseram-se de pé e grande terror caiu sobre aqueles que os viam.<br />
<strong>12.</strong> Ouviram uma forte voz do céu que dizia: Subi aqui! Subiram então para o céu numa nuvem, enquanto os seus inimigos os olhavam.<br />
<strong>13.</strong> Naquela mesma hora produziu-se grande terremoto, caiu uma décima parte da cidade e pereceram no terremoto sete mil pessoas. As demais, aterrorizadas, deram glória ao Deus do céu.<br />
<strong>14.</strong> Terminou assim a segunda desgraça. E eis que depressa sobrevém a terceira.<br />
<strong>15.</strong> O sétimo anjo tocou a trombeta. Ressoaram então no céu altas vozes que diziam: O império de nosso Senhor e de seu Cristo estabeleceu-se sobre o mundo, e ele reinará pelos séculos dos séculos.<br />
<strong>16.</strong> Os vinte e quatro Anciãos, que se assentam nos seus tronos diante de Deus, prostraram-se de rosto em terra e adoraram a Deus,<br />
<strong>17.</strong> dizendo: Graças te damos, Senhor, Deus Dominador, que és e que eras, porque assumiste a plenitude de teu poder real.<br />
<strong>18.</strong> Irritaram-se os pagãos, mas eis que sobreveio a tua ira e o tempo de julgar os mortos, de dar a recompensa aos teus servos, aos profetas, aos santos, aos que temem o teu nome, pequenos e grandes, e de exterminar os que corromperam a terra.<br />
<strong>19.</strong> Abriu-se o templo de Deus no céu e apareceu, no seu templo, a arca do seu testamento. Houve relâmpagos, vozes, trovões, terremotos e forte saraiva.</p>
<p><a name="12"> </a><br />
<strong>Capítulo 12</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas.<br />
<strong>2.</strong> Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz.<br />
<strong>3.</strong> Depois apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão vermelho, com sete cabeças e dez chifres, e nas cabeças sete coroas.<br />
<strong>4.</strong> Varria com sua cauda uma terça parte das estrelas do céu, e as atirou à terra. Esse Dragão deteve-se diante da Mulher que estava para dar à luz, a fim de que, quando ela desse à luz, lhe devorasse o filho.<br />
<strong>5.</strong> Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono.<br />
<strong>6.</strong> A Mulher fugiu então para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um retiro para aí ser sustentada por mil duzentos e sessenta dias.<br />
<strong>7.</strong> Houve uma batalha no céu. Miguel e seus anjos tiveram de combater o Dragão. O Dragão e seus anjos travaram combate,<br />
<strong>8.</strong> mas não prevaleceram. E já não houve lugar no céu para eles.<br />
<strong>9.</strong> Foi então precipitado o grande Dragão, a primitiva Serpente, chamado Demônio e Satanás, o sedutor do mundo inteiro. Foi precipitado na terra, e com ele os seus anjos.<br />
<strong>10.</strong> Eu ouvi no céu uma voz forte que dizia: Agora chegou a salvação, o poder e a realeza de nosso Deus, assim como a autoridade de seu Cristo, porque foi precipitado o acusador de nossos irmãos, que os acusava, dia e noite, diante do nosso Deus.<br />
<strong>11.</strong> Mas estes venceram-no por causa do sangue do Cordeiro e de seu eloqüente testemunho. Desprezaram a vida até aceitar a morte.<br />
<strong>12.</strong> Por isso alegrai-vos, ó céus, e todos que aí habitais. Mas, ó terra e mar, cuidado! Porque o Demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta.<br />
<strong>13.</strong> O Dragão, vendo que fora precipitado na terra, perseguiu a Mulher que dera à luz o Menino.<br />
<strong>14.</strong> Mas à Mulher foram dadas duas asas de grande águia, a fim de voar para o deserto, para o lugar de seu retiro, onde é alimentada por um tempo, dois tempos e a metade de um tempo, fora do alcance da cabeça da Serpente.<br />
<strong>15.</strong> A Serpente vomitou contra a Mulher um rio de água, para fazê-la submergir.<br />
<strong>16.</strong> A terra, porém, acudiu à Mulher, abrindo a boca para engolir o rio que o Dragão vomitara.<br />
<strong>17.</strong> Este, então, se irritou contra a Mulher e foi fazer guerra ao resto de sua descendência, aos que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus.<br />
<strong>18.</strong> E ele se estabeleceu na praia.</p>
<p><a name="13"> </a><br />
<strong>Capítulo 13</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Vi, então, levantar-se do mar uma Fera que tinha dez chifres e sete cabeças; sobre os chifres, dez diademas; e nas suas cabeças, nomes blasfematórios.<br />
<strong>2.</strong> A Fera que eu vi era semelhante a uma pantera: os pés como de urso, e as fauces como de leão. Deu-lhe o Dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade.<br />
<strong>3.</strong> Uma das suas cabeças estava como que ferida de morte, mas essa ferida de morte fora curada. E todos, pasmados de admiração, seguiram a Fera<br />
<strong>4.</strong> e prostraram-se diante do Dragão, porque dera seu prestígio à Fera, e prostraram-se igualmente diante da Fera, dizendo: Quem é semelhante à Fera e quem poderá lutar com ela?<br />
<strong>5.</strong> Foi-lhe dada a faculdade de proferir arrogâncias e blasfêmias, e foi-lhe dado o poder de agir por quarenta e dois meses.<br />
<strong>6.</strong> Abriu, pois, a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar o seu nome, o seu tabernáculo e os habitantes do céu.<br />
<strong>7.</strong> Foi-lhe dado, também, fazer guerra aos santos e vencê-los. Recebeu autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação,<br />
<strong>8.</strong> e hão de adorá-la todos os habitantes da terra, cujos nomes não estão escritos desde a origem do mundo no livro da vida do Cordeiro imolado.<br />
<strong>9.</strong> Quem tiver ouvidos, ouça!<br />
<strong>10.</strong> Quem procura prender será preso. Quem matar pela espada, pela espada deve ser morto. Esta é a ocasião para a constância e a confiança dos santos!<br />
<strong>11.</strong> Vi, então, outra Fera subir da terra. Tinha dois chifres como um cordeiro, mas falava como um dragão.<br />
<strong>12.</strong> Ela exercia todo o poder da primeira Fera, sob a vigilância desta, e fez com que a terra e os seus habitantes adorassem a primeira Fera (cuja ferida de morte havia sido curada).<br />
<strong>13.</strong> Realizou grandes prodígios, de modo que até fez descer fogo do céu sobre a terra, à vista dos homens.<br />
<strong>14.</strong> Seduziu os habitantes da terra com os prodígios que lhe era dado fazer sob a vigilância da Fera, persuadindo-os a fazer uma imagem da Fera que sobrevivera ao golpe da espada.<br />
<strong>15.</strong> Foi-lhe dado, também, comunicar espírito à imagem da Fera, de modo que essa imagem se pusesse a falar e fizesse com que fosse morto todo aquele que não se prostrasse diante dela.<br />
<strong>16.</strong> Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, tivessem um sinal na mão direita e na fronte,<br />
<strong>17.</strong> e que ninguém pudesse comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da Fera, ou o número do seu nome.<br />
<strong>18.</strong> Eis aqui a sabedoria! Quem tiver inteligência, calcule o número da Fera, porque é número de um homem, e esse número é seiscentos e sessenta e seis.</p>
<p><a name="14"> </a><br />
<strong>Capítulo 14</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Eu vi ainda: o Cordeiro estava de pé no monte Sião, e perto dele cento e quarenta e quatro mil pessoas que traziam escritos na fronte o nome dele e o nome de seu Pai.<br />
<strong>2.</strong> Ouvia, entretanto, um coro celeste semelhante ao ruído de muitas águas e ao ribombar de potente trovão. Esse coro que eu ouvia era ainda semelhante a músicos tocando as suas cítaras.<br />
<strong>3.</strong> Cantavam como que um cântico novo diante do trono, diante dos quatro Animais e dos Anciãos. Ninguém podia aprender este cântico, a não ser aqueles cento e quarenta e quatro mil que foram resgatados da terra.<br />
<strong>4.</strong> Estes são os que não se contaminaram com mulheres, pois são virgens. São eles que acompanham o Cordeiro por onde quer que vá; foram resgatados dentre os homens, como primícias oferecidas a Deus e ao Cordeiro.<br />
<strong>5.</strong> Em sua boca não se achou mentira, pois são irrepreensíveis.<br />
<strong>6.</strong> Vi, então, outro anjo que voava pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para anunciar aos habitantes da terra e a toda nação, tribo, língua e povo.<br />
<strong>7.</strong> Clamava em alta voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória, porque é chegada a hora do seu julgamento. Adorai aquele que fez o céu e a terra, o mar e as fontes.<br />
<strong>8.</strong> Outro anjo seguiu-o, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, por ter dado de beber a todas as nações do vinho de sua imundície desenfreada.<br />
<strong>9.</strong> Um terceiro anjo seguiu-os, dizendo em alta voz: Se alguém adorar a Fera e a sua imagem, e aceitar o seu sinal na fronte ou na mão,<br />
<strong>10.</strong> há de beber também o vinho da cólera divina, o vinho puro deitado no cálice da sua ira. Será atormentado pelo fogo e pelo enxofre diante dos seus santos anjos e do Cordeiro.<br />
<strong>11.</strong> A fumaça do seu tormento subirá pelos séculos dos séculos. Não terão descanso algum, dia e noite, esses que adoram a Fera e a sua imagem, e todo aquele que acaso tenha recebido o sinal do seu nome.<br />
<strong>12.</strong> Eis o momento para apelar para a paciência dos santos, dos fiéis, aos mandamentos de Deus e à fé em Jesus.<br />
<strong>13.</strong> Eu ouvi uma voz do céu, que dizia: Escreve: Felizes os mortos que doravante morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, descansem dos seus trabalhos, pois as suas obras os seguem.<br />
<strong>14.</strong> Eu vi ainda uma nuvem branca, sobre a qual se sentava como que um Filho do Homem, com a cabeça cingida de coroa de ouro e na mão uma foice afiada.<br />
<strong>15.</strong> Outro anjo saiu do templo, gritando em voz alta para aquele que estava assentado na nuvem: Lança a tua foice e ceifa, porque é chegada a hora de ceifar, pois está madura a seara da terra.<br />
<strong>16.</strong> O Ser que estava assentado na nuvem lançou então a foice à terra, e a terra foi ceifada.<br />
<strong>17.</strong> Outro anjo saiu do templo do céu. Tinha também uma foice afiada.<br />
<strong>18.</strong> E outro anjo, aquele que tem poder sobre o fogo, saiu do altar e bradou em alta voz para aquele que tinha a foice afiada: Lança a foice afiada e vindima os cachos da vinha da terra, porque maduras estão as suas uvas.<br />
<strong>19.</strong> O anjo lançou a sua foice à terra e vindimou a vinha da terra, e atirou os cachos no grande lagar da ira de Deus.<br />
<strong>20.</strong> O lagar foi pisado fora da cidade, e do lagar saiu sangue que atingiu até o nível dos freios dos cavalos pelo espaço de mil e seiscentos estádios.</p>
<p><a name="15"> </a><br />
<strong>Capítulo 15</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Vi ainda, no céu, outro sinal, grande e maravilhoso: sete Anjos que tinham os sete últimos flagelos, porque por eles é que se deve consumar a ira de Deus.<br />
<strong>2.</strong> Vi também como que um mar transparente, irisado de fogo, e os vencedores, que haviam escapado à Fera, à sua imagem e ao número do seu nome, conservavam-se de pé sobre esse mar com as cítaras de Deus.<br />
<strong>3.</strong> Cantavam o cântico de Moisés, o servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as tuas obras, Senhor Deus Dominador. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações!<br />
<strong>4.</strong> Quem não temerá, Senhor, e não glorificará o teu nome? Só tu és santo e todas as nações virão prostrar-se diante de ti, porque se tornou manifesta a retidão dos teus juízos.<br />
<strong>5.</strong> Depois disso, eu vi abrir-se no céu o templo que encerra o Tabernáculo do Testemunho.<br />
<strong>6.</strong> Os sete Anjos que tinham os sete flagelos saíram do templo, vestidos de linho puro e resplandecente, cingidos ao peito com cintos de ouro.<br />
<strong>7.</strong> Um dos quatro Animais deu-lhes então sete taças de ouro, cheias da ira de Deus que vive pelos séculos dos séculos.<br />
<strong>8.</strong> Encheu-se o templo de fumaça provinda da glória de Deus e do seu poder. E ninguém podia entrar, enquanto não se consumassem os sete flagelos dos sete Anjos.</p>
<p><a name="16"> </a><br />
<strong>Capítulo 16</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Ouvi, então, uma voz forte saindo do templo, que dizia aos sete Anjos: Ide, e derramai sobre a terra as sete taças da ira de Deus.<br />
<strong>2.</strong> O primeiro, portanto, pôs-se a derramar a sua taça sobre a terra. Formou-se uma úlcera atroz e maligna nos homens que tinham o sinal da Fera e que se prostravam diante de sua imagem.<br />
<strong>3.</strong> O segundo derramou a sua taça sobre o mar. Este tornou-se sangue, como o de um morto, e pereceu todo ser que estava no mar.<br />
<strong>4.</strong> O terceiro derramou a sua taça sobre os rios e as fontes das águas, e transformaram-se em sangue.<br />
<strong>5.</strong> Ouvi, então, o anjo das águas dizer: Tu és justo, tu que és e que eras o Santo, que assim julgas.<br />
<strong>6.</strong> Porque eles derramaram o sangue dos santos e dos profetas, tu lhes deste também sangue para beber. Eles o merecem.<br />
<strong>7.</strong> Ouvi o altar dizer: Sim, Senhor Deus Dominador, são verdadeiros e justos os teus julgamentos.<br />
<strong>8.</strong> O quarto derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe dado queimar os homens com o fogo.<br />
<strong>9.</strong> E os homens foram queimados por grande calor, e amaldiçoaram o nome de Deus, que pode desencadear esses flagelos; e não quiseram arrepender-se e dar-lhe glória.<br />
<strong>10.</strong> O quinto derramou a sua taça sobre o trono da Fera. Seu reino se escureceu e seus súditos mordiam a língua de dor.<br />
<strong>11.</strong> Amaldiçoaram o Deus do céu por causa de seus sofrimentos e das suas feridas, sem se arrependerem dos seus atos.<br />
<strong>12.</strong> O sexto derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates, e secaram-se as suas águas para que se abrisse caminho aos reis do oriente.<br />
<strong>13.</strong> Vi (sair) da boca do Dragão, da boca da Fera e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs;<br />
<strong>14.</strong> são os espíritos de demônios que realizam prodígios, e vão ter com os reis de toda a terra, a fim de reuni-los para a batalha do Grande Dia do Deus Dominador.<br />
<strong>15.</strong> (Eis que venho como um ladrão! Feliz aquele que vigia e guarda as suas vestes para que não ande nu, ostentando a sua vergonha!)<br />
<strong>16.</strong> Eles os reuniram num lugar chamado em hebraico Har-Magedon.<br />
<strong>17.</strong> O sétimo derramou a sua taça pelos ares e saiu do templo uma grande voz do trono, que dizia: Está pronto!<br />
<strong>18.</strong> Houve, então, relâmpagos, vozes e trovões, assim como um terremoto tão grande como jamais houve desde que há homens na terra.<br />
<strong>19.</strong> A grande cidade foi dividida em três partes, e as cidades das nações caíram, e Deus lembrou-se da grande Babilônia, para lhe dar de beber o cálice do vinho de sua ira ardente.<br />
<strong>20.</strong> Todas as ilhas fugiram, e montanha alguma foi encontrada.<br />
<strong>21.</strong> Grandes pedras de gelo, que podiam pesar um talento, caíram do céu sobre os homens. Os homens amaldiçoaram a Deus por causa do flagelo da saraiva, pois este foi terrível.</p>
<p><a name="17"> </a><br />
<strong>Capítulo 17</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Veio, então, um dos sete Anjos que tinham as sete taças e falou comigo: Vem, e eu te mostrarei a condenação da grande meretriz, que se assenta à beira das muitas águas,<br />
<strong>2.</strong> com a qual se contaminaram os reis da terra. Ela inebriou os habitantes da terra com o vinho da sua luxúria.<br />
<strong>3.</strong> Transportou-me, então, em espírito ao deserto. Eu vi uma mulher assentada em cima de uma fera escarlate, cheia de nomes blasfematórios, com sete cabeças e dez chifres.<br />
<strong>4.</strong> A mulher estava vestida de púrpura e escarlate, adornada de ouro, pedras preciosas e pérolas. Tinha na mão uma taça de ouro, cheia de abominação e de imundície de sua prostituição.<br />
<strong>5.</strong> Na sua fronte estava escrito um nome simbólico: Babilônia, a Grande, a mãe da prostituição e das abominações da terra.<br />
<strong>6.</strong> Vi que a mulher estava ébria do sangue dos santos e do sangue dos mártires de Jesus; e esta visão encheu-me de espanto.<br />
<strong>7.</strong> Mas o anjo me disse: Por que te admiras? Eu mesmo te vou dizer o simbolismo da mulher e da Fera de sete cabeças e dez chifres que a carrega.<br />
<strong>8.</strong> A Fera que tu viste era, mas já não é; ela deve subir do abismo, mas irá à perdição. Admirar-se-ão os habitantes da terra, cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde o começo do mundo, vendo reaparecer a Fera que era e já não é mais.<br />
<strong>9.</strong> Aqui se requer uma inteligência penetrante. As sete cabeças são sete montanhas sobre as quais se assenta a mulher.<br />
<strong>10.</strong> São também sete reis: cinco já caíram, um subsiste, o outro ainda não veio; e quando vier, deve permanecer pouco tempo.<br />
<strong>11.</strong> Quanto à Fera que era e já não é, ela mesma é um oitavo (rei). Todavia, é um dos sete e caminha para a perdição.<br />
<strong>12.</strong> Os dez chifres que viste são dez reis que ainda não receberam o reino, mas que receberão por um momento poder real com a Fera.<br />
<strong>13.</strong> Eles têm o mesmo pensamento: transmitir à Fera a sua força e o seu poder.<br />
<strong>14.</strong> Combaterão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, porque é Senhor dos senhores e Rei dos reis. Aqueles que estão com ele são os chamados, os escolhidos, os fiéis.<br />
<strong>15.</strong> O anjo me disse: As águas que viste, à beira das quais a Prostituta se assenta, são povos e multidões, nações e línguas.<br />
<strong>16.</strong> Os dez chifres que viste, assim como a Fera, odiarão a Prostituta. Hão de despojá-la e desnudá-la. Hão de comer-lhe as carnes e a queimarão ao fogo.<br />
<strong>17.</strong> Porque Deus lhes incutiu o desejo de executarem os seus desígnios, de concordarem em ceder sua soberania à Fera, até que se cumpram as palavras de Deus.<br />
<strong>18.</strong> A mulher que viste é a grande cidade, aquela que reina sobre os reis da terra.</p>
<p><a name="18"> </a><br />
<strong>Capítulo 18</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Depois disso, vi descer do céu outro anjo que tinha grande poder, e a terra foi iluminada por sua glória.<br />
<strong>2.</strong> Clamou em alta voz, dizendo: Caiu, caiu Babilônia, a Grande. Tornou-se morada dos demônios, prisão dos espíritos imundos e das aves impuras e abomináveis,<br />
<strong>3.</strong> porque todas as nações beberam do vinho da ira de sua luxúria, pecaram com ela os reis da terra e os mercadores da terra se enriqueceram com o excesso do seu luxo.<br />
<strong>4.</strong> Ouvi outra voz do céu que dizia: Meu povo, sai de seu meio para que não participes de seus pecados e não tenhas parte nas suas pragas,<br />
<strong>5.</strong> porque seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das suas injustiças.<br />
<strong>6.</strong> Faze com ela o que fez (contigo), e retribui-lhe o dobro de seus malefícios; na taça que ela deu de beber, dá-lhe o dobro.<br />
<strong>7.</strong> Na mesma proporção em que fez ostentação de luxo, dá-lhe em tormentos e prantos. Pois ela disse no seu coração: Estou no trono como rainha, e não viúva, e nunca conhecerei o luto.<br />
<strong>8.</strong> Por isso, num só dia virão sobre ela as pragas: morte, pranto, fome. Ela será consumida pelo fogo, porque forte é o Senhor Deus que a condenou.<br />
<strong>9.</strong> Hão de chorar e lamentar-se por sua causa os reis da terra que com ela se contaminaram e pecaram, quando avistarem a fumaça do seu incêndio.<br />
<strong>10.</strong> Parados ao longe, de medo de seus tormentos, eles dirão: Ai, ai da grande cidade, Babilônia, cidade poderosa! Bastou um momento para tua execução!<br />
<strong>11.</strong> Também os negociantes da terra choram e se lamentam a seu respeito, porque já não há ninguém que lhes compre os carregamentos:<br />
<strong>12.</strong> carregamento de ouro e prata, pedras preciosas e pérolas, linho e púrpura, seda e escarlate, bem como de toda espécie de madeira odorífera, objetos de marfim e madeira preciosa; de bronze, ferro e mármore;<br />
<strong>13.</strong> de cinamomo e essência; de aromas, mirra e incenso; de vinho e óleo, de farinha e trigo, de animais de carga, ovelhas, cavalos e carros, escravos e outros homens.<br />
<strong>14.</strong> Eis que o bom tempo de tuas paixões animalescas se escoou. Toda a magnificência e todo o brilho se apagaram, e jamais serão reencontrados.<br />
<strong>15.</strong> Os mercadores destas coisas, que delas se enriqueceram, pararão ao longe, de medo de seus tormentos, e hão de chorar e lamentar-se, dizendo:<br />
<strong>16.</strong> Ai, ai da grande cidade, que se revestia de linho, púrpura e escarlate, toda ornada de ouro, pedras preciosas e pérolas.<br />
<strong>17.</strong> Num só momento toda essa riqueza foi devastada! Todos os pilotos e todos os navegantes, os marinheiros e todos os que trabalham no mar paravam ao longe<br />
<strong>18.</strong> e exclamavam, ao ver a fumaça do incêndio: Que havia de comparável a essa grande cidade?<br />
<strong>19.</strong> E lançavam pó sobre as cabeças, chorando e lamentando-se com estas palavras: Ai, ai da grande cidade, de cuja opulência se enriqueceram todos os que tinham navios no mar. Bastou um momento para ser arrasada!<br />
<strong>20.</strong> Exulta sobre ela, ó céu; e também vós, santos, apóstolos e profetas, porque Deus julgou contra ela a vossa causa.<br />
<strong>21.</strong> Então um anjo poderoso tomou uma pedra do tamanho de uma grande mó de moinho e lançou-a no mar, dizendo: Com tal ímpeto será precipitada Babilônia, a grande cidade, e jamais será encontrada.<br />
<strong>22.</strong> Já não se ouvirá mais em ti o som dos citaristas, dos cantores, dos tocadores de flauta, de trombetas. Nem se encontrará em ti artífice algum de qualquer espécie. Não se ouvirá mais em ti o ruído do moinho,<br />
<strong>23.</strong> não brilhará mais em ti a luz de lâmpada, não se ouvirá mais em ti a voz do esposo e da esposa; porque teus mercadores eram senhores do mundo, e todas as nações foram seduzidas por teus malefícios.<br />
<strong>24.</strong> Foi em ti que se encontrou o sangue dos profetas e dos santos, como também de todos aqueles que foram imolados na terra.</p>
<p><a name="19"> </a><br />
<strong>Capítulo 19</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Depois disso, ouvi no céu como que um imenso coro que cantava: Aleluia! A nosso Deus a salvação, a glória e o poder,<br />
<strong>2.</strong> porque os seus juízos são verdadeiros e justos. Ele executou a grande Prostituta que corrompia a terra com a sua prostituição, e pediu-lhe contas do sangue dos seus servos.<br />
<strong>3.</strong> Depois recomeçaram: Aleluia! Sua fumaça sobe pelos séculos dos séculos.<br />
<strong>4.</strong> Então os vinte e quatro Anciãos e os quatro Animais prostraram-se e adoraram a Deus que se assenta no trono, dizendo: Amém! Aleluia!<br />
<strong>5.</strong> Do trono saiu uma voz que dizia: Cantai ao nosso Deus, vós todos, seus servos que o temeis, pequenos e grandes.<br />
<strong>6.</strong> Nisto ouvi como que um imenso coro, sonoro como o ruído de grandes águas e como o ribombar de possantes trovões, que cantava: Aleluia! Eis que reina o Senhor, nosso Deus, o Dominador!<br />
<strong>7.</strong> Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe glória, porque se aproximam as núpcias do Cordeiro. Sua Esposa está preparada.<br />
<strong>8.</strong> Foi-lhe dado revestir-se de linho puríssimo e resplandecente. (Pois o linho são as boas obras dos santos.)<br />
<strong>9.</strong> Ele me diz, então: Escreve: Felizes os convidados para a ceia das núpcias do Cordeiro. Disse-me ainda: Estas são palavras autênticas de Deus.<br />
<strong>10.</strong> Prostrei-me aos seus pés para adorá-lo, mas ele me diz: Não faças isso! Eu sou um servo, como tu e teus irmãos, possuidores do testemunho de Jesus. Adora a Deus. Porque o espírito profético não é outro que o testemunho de Jesus.<br />
<strong>11.</strong> Vi ainda o céu aberto: eis que aparece um cavalo branco. Seu cavaleiro chama-se Fiel e Verdadeiro, e é com justiça que ele julga e guerreia.<br />
<strong>12.</strong> Tem olhos flamejantes. Há em sua cabeça muitos diademas e traz escrito um nome que ninguém conhece, senão ele.<br />
<strong>13.</strong> Está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome é Verbo de Deus.<br />
<strong>14.</strong> Seguiam-no em cavalos brancos os exércitos celestes, vestidos de linho fino e de uma brancura imaculada.<br />
<strong>15.</strong> De sua boca sai uma espada afiada, para com ela ferir as nações pagãs, porque ele deve governá-las com cetro de ferro e pisar o lagar do vinho da ardente ira do Deus Dominador.<br />
<strong>16.</strong> Ele traz escrito no manto e na coxa: Rei dos reis e Senhor dos senhores!<br />
<strong>17.</strong> Vi, então, um anjo de pé sobre o sol, a chamar em alta voz a todas as aves que voam pelo meio dos céus: Vinde, reuni-vos para a grande ceia de Deus,<br />
<strong>18.</strong> para comerdes carnes de reis, carnes de generais e carnes de poderosos; carnes de cavalos e cavaleiros; carnes de homens, livres e escravos, pequenos e grandes.<br />
<strong>19.</strong> Eu vi a Fera e os reis da terra com os seus exércitos reunidos para fazer guerra ao Cavaleiro e ao seu exército.<br />
<strong>20.</strong> Mas a Fera foi presa, e com ela o falso profeta, que realizara prodígios sob o seu controle, com os quais seduzira aqueles que tinham recebido o sinal da Fera e se tinham prostrado diante de sua imagem. Ambos foram lançados vivos no lago de fogo sulfuroso.<br />
<strong>21.</strong> Os demais foram mortos pelo Cavaleiro, com a espada que lhe saía da boca. E todas as aves fartaram-se da suas carnes.</p>
<p><a name="20"> </a><br />
<strong>Capítulo 20</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Vi, então, descer do céu um anjo que tinha na mão a chave do abismo e uma grande algema.<br />
<strong>2.</strong> Ele apanhou o Dragão, a primitiva Serpente, que é o Demônio e Satanás, e o acorrentou por mil anos.<br />
<strong>3.</strong> Atirou-o no abismo, que fechou e selou por cima, para que já não seduzisse as nações, até que se completassem mil anos. Depois disso, ele deve ser solto por um pouco de tempo.<br />
<strong>4.</strong> Vi também tronos, sobre os quais se assentaram aqueles que receberam o poder de julgar: eram as almas dos que foram decapitados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus, e todos aqueles que não tinham adorado a Fera ou sua imagem, que não tinham recebido o seu sinal na fronte nem nas mãos. Eles viveram uma vida nova e reinaram com Cristo por mil anos.<br />
<strong>5.</strong> (Os outros mortos não tornaram à vida até que se completassem os mil anos.) Esta é a primeira ressurreição.<br />
<strong>6.</strong> Feliz e santo é aquele que toma parte na primeira ressurreição! Sobre eles a segunda morte não tem poder, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo: reinarão com ele durante os mil anos.<br />
<strong>7.</strong> Depois de se completarem mil anos, Satanás será solto da prisão.<br />
<strong>8.</strong> Sairá dela para seduzir as nações dos quatro cantos da terra (Gog e Magog) e reuni-las para o combate. Serão numerosas como a areia do mar.<br />
<strong>9.</strong> Subiram à superfície da terra e cercaram o acampamento dos santos e a cidade querida. Mas desceu um fogo dos céus e as devorou.<br />
<strong>10.</strong> O Demônio, sedutor delas, foi lançado num lago de fogo e de enxofre, onde já estavam a Fera e o falso profeta, e onde serão atormentados, dia e noite, pelos séculos dos séculos.<br />
<strong>11.</strong> Vi, então, um grande trono branco e aquele que nele se assentava. Os céus e a terra fugiram de sua face, e já não se achou lugar para eles.<br />
<strong>12.</strong> Vi os mortos, grandes e pequenos, de pé, diante do trono. Abriram-se livros, e ainda outro livro, que é o livro da vida. E os mortos foram julgados conforme o que estava escrito nesse livro, segundo as suas obras.<br />
<strong>13.</strong> O mar restituiu os mortos que nele estavam. Do mesmo modo, a morte e a morada subterrânea. Cada um foi julgado segundo as suas obras.<br />
<strong>14.</strong> A morte e a morada subterrânea foram lançadas no tanque de fogo. A segunda morte é esta: o tanque de fogo.<br />
<strong>15.</strong> Todo o que não foi encontrado inscrito no livro da vida foi lançado ao fogo.</p>
<p><a name="21"> </a><br />
<strong>Capítulo 21</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Vi, então, um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra desapareceram e o mar já não existia.<br />
<strong>2.</strong> Eu vi descer do céu, de junto de Deus, a Cidade Santa, a nova Jerusalém, como uma esposa ornada para o esposo.<br />
<strong>3.</strong> Ao mesmo tempo, ouvi do trono uma grande voz que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens. Habitará com eles e serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles.<br />
<strong>4.</strong> Enxugará toda lágrima de seus olhos e já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor, porque passou a primeira condição.<br />
<strong>5.</strong> Então o que está assentado no trono disse: Eis que eu renovo todas as coisas. Disse ainda: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.<br />
<strong>6.</strong> Novamente me disse: Está pronto! Eu sou o Alfa e o Ômega, o Começo e o Fim. A quem tem sede eu darei gratuitamente de beber da fonte da água viva.<br />
<strong>7.</strong> O vencedor herdará tudo isso; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.<br />
<strong>8.</strong> Os tíbios, os infiéis, os depravados, os homicidas, os impuros, os maléficos, os idólatras e todos os mentirosos terão como quinhão o tanque ardente de fogo e enxofre, a segunda morte.<br />
<strong>9.</strong> Então veio um dos sete Anjos que tinham as sete taças cheias dos sete últimos flagelos e disse-me: Vem, e mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro.<br />
<strong>10.</strong> Levou-me em espírito a um grande e alto monte e mostrou-me a Cidade Santa, Jerusalém, que descia do céu, de junto de Deus,<br />
<strong>11.</strong> revestida da glória de Deus. Assemelhava-se seu esplendor a uma pedra muito preciosa, tal como o jaspe cristalino.<br />
<strong>12.</strong> Tinha grande e alta muralha com doze portas, guardadas por doze anjos. Nas portas estavam gravados os nomes das doze tribos dos filhos de Israel.<br />
<strong>13.</strong> Ao oriente havia três portas, ao setentrião três portas, ao sul três portas e ao ocidente três portas.<br />
<strong>14.</strong> A muralha da cidade tinha doze fundamentos com os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.<br />
<strong>15.</strong> Quem falava comigo trazia uma vara de ouro como medida para medir a cidade, as suas portas e a sua muralha.<br />
<strong>16.</strong> A cidade formava um quadrado: o comprimento igualava à largura. Mediu a cidade com a vara: doze mil estádios. O comprimento, a largura e a altura eram iguais.<br />
<strong>17.</strong> E mediu a muralha: cento e quarenta e quatro côvados, segundo a medida humana empregada pelo anjo.<br />
<strong>18.</strong> O material da muralha era jaspe, e a cidade ouro puro, semelhante a puro cristal.<br />
<strong>19.</strong> Os alicerces da muralha da cidade eram ornados de toda espécie de pedras preciosas: o primeiro era de jaspe, o segundo de safira, o terceiro de calcedônia, o quarto de esmeralda,<br />
<strong>20.</strong> o quinto de sardônica, o sexto de cornalina, o sétimo de crisólito, o oitavo de berilo, o nono de topázio, o décimo de crisóparo, o undécimo de jacinto e o duodécimo de ametista.<br />
<strong>21.</strong> Cada uma das doze portas era feita de uma só pérola e a avenida da cidade era de ouro, transparente como cristal.<br />
<strong>22.</strong> Não vi nela, porém, templo algum, porque o Senhor Deus Dominador é o seu templo, assim como o Cordeiro.<br />
<strong>23.</strong> A cidade não necessita de sol nem de lua para iluminar, porque a glória de Deus a ilumina, e a sua luz é o Cordeiro.<br />
<strong>24.</strong> As nações andarão à sua luz, e os reis da terra levar-lhe-ão a sua opulência.<br />
<strong>25.</strong> As suas portas não se fecharão diariamente, pois não haverá noite.<br />
<strong>26.</strong> Levar-lhe-ão a opulência e a honra das nações.<br />
<strong>27.</strong> Nela não entrará nada de profano nem ninguém que pratique abominações e mentiras, mas unicamente aqueles cujos nomes estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.</p>
<p><a name="22"> </a><br />
<strong>Capítulo 22</strong></p>
<p><strong>1.</strong> Mostrou-me então o anjo um rio de água viva resplandecente como cristal de rocha, saindo do trono de Deus e do Cordeiro.<br />
<strong>2.</strong> No meio da avenida e às duas margens do rio, achava-se uma árvore da vida, que produz doze frutos, dando cada mês um fruto, servindo as folhas da árvore para curar as nações.<br />
<strong>3.</strong> Não haverá aí nada de execrável, mas nela estará o trono de Deus e do Cordeiro. Seus servos lhe prestarão um culto.<br />
<strong>4.</strong> Verão a sua face e o seu nome estará nas suas frontes.<br />
<strong>5.</strong> Já não haverá noite, nem se precisará da luz de lâmpada ou do sol, porque o Senhor Deus a iluminará, e hão de reinar pelos séculos dos séculos.<br />
<strong>6.</strong> Ele me disse: Estas palavras são fiéis e verdadeiras, e o Senhor Deus dos espíritos dos profetas enviou o seu anjo para mostrar aos seus servos o que deve acontecer em breve.<br />
<strong>7.</strong> Eis que venho em breve! Felizes aqueles que põem em prática as palavras da profecia deste livro.<br />
<strong>8.</strong> Fui eu, João, que vi e ouvi estas coisas. Depois de as ter ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que as mostrava.<br />
<strong>9.</strong> Mas ele me disse: Não faças isto! Sou um servo como tu e teus irmãos, os profetas, e aqueles que guardam as palavras deste livro. Prostra-te diante de Deus.<br />
<strong>10.</strong> Disse ele ainda: Não seles o texto profético deste livro, porque o momento está próximo.<br />
<strong>11.</strong> O injusto faça ainda injustiças, o impuro pratique impurezas. Mas o justo faça a justiça e o santo santifique-se ainda mais.<br />
<strong>12.</strong> Eis que venho em breve, e a minha recompensa está comigo, para dar a cada um conforme as suas obras.<br />
<strong>13.</strong> Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Começo e o Fim.<br />
<strong>14.</strong> Felizes aqueles que lavam as suas vestes para ter direito à árvore da vida e poder entrar na cidade pelas portas.<br />
<strong>15.</strong> Fora os cães, os envenenadores, os impudicos, os homicidas, os idólatras e todos aqueles que amam e praticam a mentira!<br />
<strong>16.</strong> Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos atestar estas coisas a respeito das igrejas. Eu sou a raiz e o descendente de Davi, a estrela radiosa da manhã.<br />
<strong>17.</strong> O Espírito e a Esposa dizem: Vem! Possa aquele que ouve dizer também: Vem! Aquele que tem sede, venha! E que o homem de boa vontade receba, gratuitamente, da água da vida!<br />
<strong>18.</strong> Eu declaro a todos aqueles que ouvirem as palavras da profecia deste livro: se alguém lhes ajuntar alguma coisa, Deus ajuntará sobre ele as pragas descritas neste livro;<br />
<strong>19.</strong> e se alguém dele tirar qualquer coisa, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa, descritas neste livro.<br />
<strong>20.</strong> Aquele que atesta estas coisas diz: Sim! Eu venho depressa! Amém. Vem, Senhor Jesus!<br />
<strong>21.</strong> A graça do Senhor Jesus esteja com todos.</p>
<p> </p>
<p></span></p>
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