Temas católicos, Liturgia diária, Salmos, Santos do dia, Mandamentos...

Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria

sagrado coracao de jesus 3Imaculado Coração de Maria 3

Watch Full Movie Online Streaming Online and Download

Liturgia diária – 12/03/2017

Dia 12 de Março – Domingo

II DA QUARESMA (Roxo, Creio, Prefácio Próprio ? II Semana do Saltério)

Antífona de Entrada Meu coração disse: Senhor, buscarei a vossa face. É vossa face, Senhor, que eu procuro, não desvieis de mim o vosso rosto! (Sl 26,8s)

Oração do dia Ó Deus, que nos mandastes ouvir o vosso Filho amado, alimentai nosso espírito com a vossa palavra, para que, purificado o olhar de nossa fé, nos alegremos com a visão da vossa glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura (Gênesis 12,1-4) Leitura do livro do Gênesis.
12 1 O Senhor disse a Abrão: “Deixa tua terra, tua família e a casa de teu pai e vai para a terra que eu te mostrar.
2 Farei de ti uma grande nação; eu te abençoarei e exaltarei o teu nome, e tu serás uma fonte de bênçãos.
3 Abençoarei aqueles que te abençoarem, e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoarem; todas as famílias da terra serão benditas em ti.”
4 Abrão partiu como o Senhor lhe tinha dito, e Lot foi com ele.
Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial 32/33
Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça,
Venha a vossa salvação.

Pois reta é a palavra do Senhor,
e tudo o que ele faz merece fé.
Deus ama o direito e a justiça,
transborda em toda a terra a sua graça.

Mas o Senhor pousa o olhar sobre os que o temem
e que confiam, esperando em seu amor,
para da morte libertar as suas vidas
e alimentá-los quando é tempo de penúria.

No Senhor nós esperamos confiantes,
porque ele é nosso auxílio e proteção!
Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça,
da mesma forma que em vós nós esperamos!

Leitura (2 Timóteo 1,8-10) Leitura da segunda carta de são Paulo a Timóteo.
Caríssimo, 1 8 não te envergonhes, portanto, do testemunho de nosso Senhor, nem de mim, seu prisioneiro, mas sofre comigo pelo Evangelho, fortificado pelo poder de Deus.
9 Deus nos salvou e chamou para a santidade, não em atenção às nossas obras, mas em virtude do seu desígnio, da graça que desde a eternidade nos destinou em Cristo Jesus,
10 e agora nos manifestou mediante a aparição de nosso Salvador Jesus Cristo, que destruiu a morte e suscitou a vida e a imortalidade, pelo Evangelho.
Palavra do Senhor.

Evangelho (Mateus 17,1-9) Louvor a vós, ó Cristo, rei da eterna glória!
Numa nuvem resplendente fez-se ouvir a voz do Pai: Eis meu Filho muito amado, escutai-o, todos vós (Lc 9,35).
 
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
Naquele tempo, 17 1 seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e conduziu-os à parte a uma alta montanha.
2 Lá se transfigurou na presença deles: seu rosto brilhou como o sol, suas vestes tornaram-se resplandecentes de brancura.
3 E eis que apareceram Moisés e Elias conversando com ele.
4 Pedro tomou então a palavra e disse-lhe: “Senhor, é bom estarmos aqui. Se queres, farei aqui três tendas: uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias”. Falava ele ainda, quando veio uma nuvem luminosa e os envolveu. E daquela nuvem fez-se ouvir uma voz que dizia: “Eis o meu Filho muito amado, em quem pus toda minha afeição; ouvi-o”.
6 Ouvindo esta voz, os discípulos caíram com a face por terra e tiveram medo.
7 Mas Jesus aproximou-se deles e tocou-os, dizendo: “Levantai-vos e não temais”.
8 Eles levantaram os olhos e não viram mais ninguém, senão unicamente Jesus.
9 E, quando desciam, Jesus lhes fez esta proibição: “Não conteis a ninguém o que vistes, até que o Filho do Homem ressuscite dos mortos”.
Palavra da Salvação.

Comentário ao Evangelho UMA EXPERIÊNCIA FASCINANTE
A contemplação de Jesus transfigurado foi uma experiência fascinante na vida dos três discípulos escolhidos pelo Mestre para subirem com ele ao alto monte. Neste lugar carregado de simbolismo (a montanha era tida como o lugar privilegiado de encontro com Deus) puderam contemplar Jesus transfigurado, revestido de glória e majestade, e “vê-lo” no fulgor de sua santidade.
A transfiguração foi, de certo modo, uma antecipação da ressurreição. Depois de ressuscitado, o esplendor de sua glória já não fulguraria, por pouco tempo, para um grupo seleto de discípulos. Pelo contrário, não só poderia ser contemplada por todos os discípulos, como também deveria ser proclamada a todos os povos da Terra. A ordem de guardar segredo (“não dizer a ninguém a respeito da visão”) perderia sua razão de ser.
Contudo, a contemplação do Ressuscitado haveria de ser precedida por uma experiência aterradora: a de ver o Messias Jesus pendente na cruz. O fascínio daria lugar ao pavor e à estupefação, porque a morte de cruz não encontraria explicação, uma vez que o Mestre sempre dera mostras de ser um homem justo e, em sua pregação, falara de Deus como um Pai amoroso e fiel.
Só quem fosse capaz de superar o impacto da cruz e reconhecer no Crucificado o Filho de Deus, chegaria a reconhecê-lo fascinantemente ressuscitado.
Oração
Pai, que eu seja capaz de contemplar a cena patética de Jesus pendente da cruz, sem me deixar abater pela estupefação, para poder contemplá-lo glorioso na ressurreição.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês).

Sobre as Oferendas Ó Deus, que estas oferendas lavem os nossos pecados e nos santifiquem inteiramente para celebrarmos a Páscoa. Por Cristo, nosso Senhor.

Prefácio A Transfiguração do Senhor
Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Tendo predito aos discípulos a própria morte, Jesus lhes mostra, na montanha sagrada, todo o seu esplendor. E, com o testemunho da lei e dos profetas, simbolizados em Moisés e Elias, nos ensina que, pela paixão e cruz, chegará à glória da ressurreição. E, enquanto esperamos a realização plena de vossas promessas, com os anjos e com todos os santos, nós vos aclamamos, cantando (dizendo) a uma só voz…

Antífona da Comunhão Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo o meu amor: escutai-o! (Mt 17,5).

Depois da Comunhão Nós comungamos, Senhor Deus, no mistério da vossa glória e nos empenhamos em render-vos graças, porque nos concedeis, ainda na terra, participar das coisas do céu. Por Cristo, nosso Senhor.

26/03 – São Bráulio

sao-braulioSão Bráulio
“Todo escriba que se torna discípulo do Reino dos Céus é semelhante a um pai de família, que do seu tesouro tira coisas novas e velhas.¨ Mt 13,52
Em Saragoça, na Espanha, venera-se hoje um grande bispo: São Bráulio. Seu mérito consistiu sobretudo em ter desempenhado um papel decisivo nos Concílios, sobretudo como Bispo de Saragoça, nos anos de 631 a 651.
São Bráulio é considerado um dos maiores discípulos do grande Santo espanhol, Isidoro de Sevilha, venerado com incrível fervor, na Capital da Espanha e em todo aquele país.

Os Papas dos últimos tempos, desde Leão XIII, têm sido grandes profetas da justiça, da verdade e da solidariedade. Têm sido também precursores e patronos de nossas Campanhas da Fraternidade e ainda, promotores da solução dos problemas mais agudos da humanidade.

25/03 – Santo Dimas

santo-dimasSanto Dimas

O Evangelho fala pouco deste Santo. Nem mesmo o nome, os evangelistas fixaram. O que sabemos foi trazido pela tradição que são os nomes: Dimas, o Bom Ladrão e Simas, o mau ladrão.

Sem dúvida alguma, se trata de um santo original, único, privilegiado, que mereceu a honra de ser canonizado em vida por Jesus Cristo, na hora solene de nossa Redenção. Os outros santos só foram solenemente reconhecidos, no outro milênio, a partir do ano 999. A Igreja comemorava os mártires e confessores, mas sem uma declaração oficial e formal. Enquanto que, a de São Dimas quem proclamou foi o próprio Fundador da Igreja.

Dimas foi o operário da última hora, o que nos fez ver o mistério da graça derradeira. O mau ladrão resistiu, explodiu em blasfêmias. Rejeitou a graça, visivelmente dada pelo Redentor. O Bom Ladrão, depois de vacilar (Mt 27,44 -Mc 15,32), confessou a própria culpa, reclamou da injustiça contra Aquele que só fez o bem, reconheceu-O como Rei e lhe pediu que se lembrasse dele, quando estivesse no seu Reino.

Segundo a tradição, Dimas não era judeu, mas sim egípcio de nascimento. Dimas e Simas praticavam o banditismo nos desertos de passagem para o Egito. Lá a Sagrada Família, que fugia da perseguição do rei Herodes, foi assaltada por dois ladrões e um deles a protegeu. Era Dimas. Naquela época, entre os bandidos havia o costume de nunca roubar, nem matar, crianças, velhos e mulheres. Assim, Dimas deu abrigo ao Menino Jesus protegendo a Virgem Maria e São José.

Dimas foi um bandido muito perigoso da Palestina. E isso, realmente pode ser afirmado pelo suplício da cruz que mereceu. Essa condenação horrível era reservada somente aos grandes criminosos e aos escravos.

O Martirológio Romano diz apenas no dia 25 de Março: “Em Jerusalém comemoração do Bom Ladrão que na cruz professou a fé de Jesus Cristo”. E no mundo todo São Dimas passou a ser festejado neste dia.

O Bom Ladrão ou São Dimas foi o primeiro que entrou no céu: “Ainda hoje estarás comigo no Paraíso”. (Lc 23,43). Ele passou a ser popularmente considerado o “Padroeiro dos pecadores arrependidos da hora derradeira, dos agonizantes, da boa morte”. Morreu sacramentado pela absolvição do próprio Cristo, e por Ele conduzido ao Paraíso.

24/03 – Dom Oscar Romero

dom-oscar-romeroDom Oscar Romero

“Sem efusão de sangue não há remissão.¨ Hb 9,22b

Hoje é um dia especialíssimo para nós, na América Latina. No dia 24 de Março de 1980, o Arcebispo de San Salvador, Dom Oscar Romero, foi morto no altar, misturando seu sangue com as ofertas que estava apresentando a Deus, pelo povo sofrido. Seu último sermão, gravado na maior clareza possível, naquele instante da Morte, foi um apelo de justiça e paz. E quando terminou a gravação, ouviram-se também na fita os tiros, que lhe arrebataram a vida terrena.

Eu mesmo me comovi diante dessa gravação, porque se tratava de um grande amigo meu, com quem me encantara e que se correspondia comigo. Escreveu-me um bilhete, que recebi depois que ele fora assassinado. Ele mesmo, no entanto, profetizara: ¨Ressuscitarei em meio ao meu povo. Vivo dentro do povo”.

Todo verdadeiro santo continua ressuscitado e vivo no meio do povo.

23/03 – São Turíbio de Mongrovejo

sao-turibio-de-mongrovejoSão Turíbio de Mongrovejo

Até os quarenta e dois anos, a carreira de Turíbio (1538-1606) poderia dezer-se que era normal, sob todos os aspectos. Com um tio cônego (tonsurado para poder gozar uma pensão eclesiástica, mas sem receber ordens, como então era corrente), que o protegia, estudara em várias universidades e preparava, em Oviedo, o doutorado em direito. Também ele recebera a tonsura, sem passar, porém mais adiante no serviço da Igreja: estava assim já preparado para ingressar naquela incipiente burocracia de “letrados”, a que dera origem a centralização do Estado moderno.

Seguindo o processo normal das coisas, recebeu uma nomeação para o Santo Ofício em Granada. Sua vida particular distinguia-se pela limpeza, mais não parece ter excedido nunca o simplesmente honesto. Nada poderia fazer suspeitar até então o santo e o grande fundador de igrejas.

Mas a indicação de seu nome, por Filipe II, para arcebispo de Lima, deu uma dimensão totalmente nova à sua vida; evoca, em certos aspectos, a transformação que a nomeação para arcebispo de Cantorbery operou em Beckett.

Recebeu uma por uma todas as ordens, com a idade de quarenta e um anos, e a partir deste momento nasce um dos maiores apóstolos da história da Igreja. Calcula-se que percorreu a pé, ou a cavalo, mais de 40 mil quilômetros, visitando até os últimos lugarejos de sua diocese, nunca das geografias mais difíceis do mundo, desde as quebradas com neve perpétua dos Andes, até os desertos tórridos do Pacífico. Segundo seus próprios cálculos, teria administrado pessoalmente o sacramento da confirmação a noventa mil pessoas.

Como chefe da principal Igreja da América, dedicou-se, inflexivelmente, a aplicar a reforma de Trento. Isto levou-o a enfrentar-se repetidas vezes com os vice-reis, com o Conselho das Índias e com o próprio rei, imbuídos de idéias regalistas. Não cedeu: os dez concílios diocesanos e os três provinciais que celebrou formaram a estrutura legal da Igreja da América espanhola até o século XX.

Com razão foi chamado “apóstolo do Peru”, e “outro Ambrósio”.

22/03 – Zacarias

zacariasZacarias

Filho de Policrômio, da Magna Grécia, atual Calábria, e precisamente da cidade de Santa Severina, assumiu o sumo pontificado após a morte de Gregório III. Foi o último dos papas de origem oriental. Com a rápida eleição e consagração de Zacarias, terminou a sujeição de se esperar a confirmação do imperador grego, ou do exarca de Ravena, seu representante na Itália. Clero, povo e o eleito não quiseram esperar a costumeira confirmação. Não foi um ato isolado. O papa já exercia de fato o governo civil de Roma e arredores.

Aparece nessa época uma expressão nova para designar o ducado de Roma e as colônias agrícolas pertencentes à Igreja: “República dos romanos”, “república romana” ou ainda “república santa da igreja de Deus”. A palavra república tem o sentido etimológico, e não o atual. O soberano dessa república de direito era o longínquo imperador de Bzâncio, de fato o papa. Ela era chamada santa porque não pertencia à pessoa do papa, mas a S. Pedro, a quem os romanos olham como padroeiro e protetor.

Zacarias, por ter-se declarado a favor de Luitprando contra o duque Trasamundo de Espoleto, recobrou não só as 4 fortalezas que o rei longobardo havia arrebatado, mas também outros patrimônios. Os habitantes do exarcado de Ravena, ameaçados por Luitprando, acorreram ao papa, juntamente com os habitantes da Pentápolis. O papa, apresentado-se diante do rei, o fez mudar de idéia. Em 751, Zacarias, respondendo a uma consulta de Pepino, mordomo do rei Quilperico, aconselhou-o a assumir de direito também o governo da França, e foi ungido rei por S. Bonifácio. O Pontificado de Zacarias durou quase 11 anos, morrendo em 22-3-752.

21/03 – São Nicolau de Flue

sao-nicolau-de-flueSão Nicolau de Flue

Comemoramos a vida santa de um eremita Suíço, São Nicolau de Flue, que nasceu na Suíça em 1417 e passou sua juventude ajudando o pai em trabalhos práticos e sempre inclinado a vida religiosa. A pedido do pai, casou-se com Dorotéia que muito o levou para Deus, tanto que juntos educaram os dez filhos para a busca da santidade. Aconteceu que em comum acordo e com os filhos educados Nicolau retirou-se na solidão, perto de sua casa, porém com o propósito de se dedicar exclusivamente a Deus, ele que era um homem popular devido diversos cargos públicos e administrativo que ocupou na sociedade. São Nicolau entregou-se totalmente a vida de oração, penitência e jejuns, sem deixar de participar nas missas de domingo e dias santos, além de ter assumido como cama uma tábua, por travesseiro uma pedra e de primeiro frutas e ervas como alimento até chegar a se alimentar somente da Eucaristia, este processo durou progressivamente por 33 anos. Nicolau que morreu com setenta anos, ao ir para o eremitério com 37 anos em nada se alienou ao mundo pôde servir com conselhos e interferir pacificamente nas dificuldades entre Católicos e protestantes ao ponto de ser amado tomado como modelo de pacificador e pai da pátria.

20/03 – Santo Ambrósio de Sena

santo-ambrosio-de-senaSanto Ambrósio de Sena

Lembramos neste dia Santo Ambrósio de Sena um grande pregador Dominicano que nasceu em Sena Itália em 1220. De nobre família Ambrósio sofreu com o orgulho dos seus que lutavam , como outros, pela busca de poder. Santo Ambrósio quando nasceu estava com seu corpo de tal maneira deformados que sua família o rejeitou , ao deixá-lo escondido e entregue a uma ama que o devia manter longe do castelo. Aconteceu que o menino Ambrósio estava aos cuidados de uma mulher de grande fé, ao ponto de ser levado deformado repetidas vezes à Igreja, onde recebeu fervorosas orações que ao serem escutadas resultou num processo de cura que levou Ambrósio a um total e perfeita restauração de sua saúde. Curado, Santo Ambrósio foi recebido em sua família e pôde jovem sério, estudioso e muito caridoso usar do palácio como se fosse um hospital para tratar dos pobres , doentes e rejeitados. Mais tarde entrou com dezoito anos na Ordem mendicante dos Dominicanos onde se despontou como formar grande pregador do Evangelho que buscava em tudo viver. Santo Ambrósio evangelizou e foi instrumento de milagres e conversões na Alemanha, Hungria , Itália e principalmente em Sena onde nasceu e morreu durante um sermão.

19/03 – São José

sao-joseSão José

Pouco conhecemos sobre a vida de São José; unicamente as rápidas referências transmitidas pelos evangelhos. Este pouco, contudo, é o suficiente para destacar seu papel primordial na história da salvação.

José é o elo de ligação entre o Antigo e o Novo Testamento. É o último dos patriarcas. Para destacar este caráter especial de José, o evangelho de S. Mateus se apraz em atribuir-lhe “sonhos”, à exemplo dos grandes patriarcas, fundadores do povo judeu (Mt 1,20-24; 2,13-19). A fuga de José com sua família para o Egito repete, de certa forma, a viagem do patriarca José, para que nele e em seu filho Jesus se cumprisse o novo Êxodo (Mt 2,13-23; Os 11,1; Gn 37; 50,22-26).

A missão de José na história da salvação consistiu em dar a Jesus um nome, fazê-lo descendente da linhagem de Davi, como era necessário para cumprir as promessas.

Sua pessoa fica na penumbra, mas o Evangelho nos indica concisamente as fontes de sua grandeza interior: era um “justo” (Abraão tinha buscado seis justos na cidade e não os tinha achado);de uma fé profunda, inteiramente disponível à vontade de Deus, alguém que “esperou contra toda esperança”.

Sua figura quase desapareceu nos primeiros séculos do cristianismo, para que se firmasse melhor a origem divina de Jesus. Mas já na Idade Média, S. Bernardo, Sto. Alberto Magno e S. Tomás de Aquino lhe dedicaram tratados cheios de devoção e entusiasmo. Desde então, seu culto não tem feito senão crescer continuamente. Pio IX declarou-o padroeiro da Igreja universal com o decreto Quemadmodum Deus; Leão XIII, na encíclica Quamquam pluries, propunha-o como advogado dos lares cristão. Em nossos dias foi declarado modelo dos operários.

18/03 – São Cirilo de Jerusalém

sao-cirilo-de-jerusalem1São Cirilo de Jerusalém

Com alegria neste dia lembramos a vida de santidade de um grande homem proclamado Doutor da Igreja. São Cirilo nasceu em Jerusalém em 315 no início do tempo de graça, em que a Igreja conquistou com a liberdade religiosa dada por Constantino. Ordenado sacerdote São Cirilo cuidou com carinho, zelo e amor da preparação de Catecúmenos para o Batismo, assim como se dedicou no magistério, ou seja, ensinamento da Sã Doutrina. Cirilo muito bem formado pronunciava as famosas Catequeses nas igrejas da ressurreição e do Santo Sepulcro em Jerusalém; tratava com simplicidade, mas com muita profundidade sobre o pecado, penitência, Batismos, Credo e outros pontos essenciais da nossa fé. Mesmo depois de ser eleito bispo e patriarca de Jerusalém continuou sempre ao lado da verdade e isto de modo pacífico, pois mesmo depois da heresia do arianismo ser condenada em 325 as perturbações continuaram. São Cirilo que morreu em 386 de tal maneira foi atacado pelos adversários da Verdade que num total de dezesseis anos ficou exilado, até voltar e assumir com eficácia a conversão de sua diocese.

17/03 – São Patrício

sao-patricioSão Patrício

São Patrício que celebramos neste dia nasceu em 380 na Grã-Bretanha e com apenas dezesseis anos foi preso por piratas irlandeses e vendido como escravo. Patrício já era cristão por isso amigo de Jesus pôde carregar a dura cruz, até que depois de várias que conseguiu escapar e chegar na França. Foi na França que vocacionado ao sacerdócio, São Patrício, formou como padre missionário, chegando em missão até na Inglaterra. Agora impelido pelo Espírito São Patrício foi sagrado bispo e destinado para anunciar o Reino aos Irlandeses; tão bem salvou Almas com Cristo, que São Patrício conseguiu a conversão de todos os da Irlanda, isto do empregado ao Rei. O método que o Santo bispo , não passou pela política, nem sangue dos mártires, mas sim pela construção de tão numerosos mosteiros que a Irlanda ficou conhecida : “Ilha do Mosteiros”. São Patrício fez em Deus , muitas obras, já que os mosteiros tendiam a irradiar fé e cultura; além de formar mais o povo desta forma e pela santidade.